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E aí Pivetta, Favaro, Nilson e Júlio quem serão os marqueteiros?

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Vivemos em uma época peculiar, onde os comunicadores, publicitários, marqueteiros e profissionais criativos se multiplicam como tilápias. O marketing digital banalizou de vez a figura do profissional que, desde sempre, foi o responsável pela disseminação e a aceitação das ideias. O resultado? Muita lorota e toneladas de coisas erradas!

Uma ideia é como um vírus. Resistente. Altamente contagioso. A menor semente de uma ideia pode crescer para definir ou destruir você. As menores ideias como ‘o seu mundo não é real’. Um simples pensamento que muda tudo”.

Em 1974, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), o único grupo autorizado por Lei a fazer oposição a Arena, que dava sustentação ao regime militar, produziu peças publicitárias que denunciavam problemas “políticos” e “econômicos” que o Brasil enfrentava naquela época.

O resultado foi positivo. Elegeu 511 parlamentares em 22 Estados.

Insatisfeitos com o efeito da propaganda nas eleições de 74, os militares então elaboraram que limitava a publicidade política, surgiu a Lei Falcão, no qual proibia discursos, jingles ou imagens externas com cenas montadas. Na época só podia ser feita com foto do candidato, imagem do partido e um locutor narrando o currículo do político.

Após alguns anos a Lei Falcão foi derrubada e, a partir deste momento, marqueteiros famosos começam a despontar. E, um dos primeiros foi o Duda Mendonça, o publicitário coordenou campanhas dos anos 90 até as eleições de 2014.

Duda Mendonça despontou em 1992 na campanha de Paulo Maluf com o slogan Amo São Paulo, voto Maluf. Em 2002, Mendonça foi contratado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) para coordenar o marketing, que elegeu Luíz Inácio “Lula” da Silva pela primeira vez. Na mesma ocasião José Serra, então candidato do PSDB, contratou Nélson Biondi.

O início oficial da campanha eleitoral está marcado para começar em breve. E alguns fatores indicam que, pelo menos na teoria, a propaganda política nesta eleição suplementar tende a ser mais modesta em relação a eleição passada.

Pois bem… Em tempos em que, as doações de empresas proibidas pela Justiça Eleitoral, os partidos terão pelo menos na teoria menos dinheiro para produzir a publicidade dos candidatos na campanha.

A criação de um teto de gastos, também tenta impedir que as legendas gastem muito pelo menos oficialmente.

Alguns marqueteiros conhecidos, já se comprometeram a trabalhar para alguns pré-candidatos ao Senado da Republica. Mas, com certeza irão dizer que os valores dos candidatos serão inferiores aos da campanha passada. É o caso por exemplo do nome especulado pelo candidato do Partido Democrático (DEM), Júlio José de Campos, que terá como consultor de marketing, o Duda Mendonça.

Carlos Henrique Baqueta Favaro que é pré-candidato do Partido Social Democrático (PSD), contará com ajuda do publicitário Nélson Biondi, repetindo a dobradinha de 2018.

O pré-candidato do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Otaviano Olavo Pivetta, optou por uma solução caseira que conhece a realidade do povo mato-grossense. Quem vai coordenar o marketing da campanha é o jornalista Antero Paes de Barros, vitorioso em várias campanhas no Estado, ao lado do publicitário Gustavo Vandoni.

O pré-candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Nilson Aparecido Leitão, já informou que vai com o jornalista Kléber Lima e no marketing digital Daniel Braga, que foi responsável pelas redes sociais de João Doria e Chico Mendes.

PS: Em tempos em que as mídias digitais são as ferramentas mais utilizadas para divulgação das atividades políticas, tá com dificuldades para se eleger?

A Bahia é famosa por exportar grandes publicitários e marqueteiros.

Desde 1994 marqueteiros baianos chefiam todas as campanhas vitoriosas para presidente da República no Brasil. São eles: Geraldo Walter, Fernando Barros, Nizan Guanaes, Duda Mendonça e João Santana.

O primeiro grande lance dos publicitários baianos aconteceu em 1990, levando a eleição de Antônio Carlos Magalhães, seria seu terceiro mandato, o primeiro por voto popular e não por indicação dos militares.

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Cuiabá é uma “NAU” a deriva; prefeito se mostra indeciso nas medidas para combater a “Covid-19”

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Assim como um jogo, a sociedade também é regida por um conjunto de regras e valores, normas, ideias e medidas do que é definido com forte interferência política de certo e errado, no qual muito bem conhecemos e, ao não atingir a expectativa desse ideário a culpa pode aparecer.

Mas já dizia Confúcio: “o homem superior atribuí a culpa a si próprio; o homem comum dos outros“. E neste momento em que vivenciamos, chegamos a questionar: o que insiste alguns gestores em permear em uma grave doença, que se alastra de forma avassaladora, elevando-se por sua dimensão e efeitos, ao grau de “Pandemia” “a síndrome da não culpa”, eis o mal que ainda temos que conviver, já não basta a “Covid-19”.

Entenda a síndrome: basta que os números de pessoas infectadas aumentar em determinado município mato-grossense, ou ainda aparecer uma dificuldade para aquisições de medicamentos, e o doente-portador (Leia-se gestores públicos), devidamente “armado” saí imediatamente na defensiva “a culpa não é minha“, “o responsável é o governador“, “não tenho culpa“, e por aí vai.

Quando mais a “Pandemia” em Mato Grosso cresce, já estamos esperando dos nossos brilhantes gestores públicos, a incansável e velha desculpa, entretanto, há os que tratam de arranjar justificativas ou evasivas, antes mesmo de o problema concretizar.

Cuiabá: Eu não sei pra onde for

Eita cuiabazao…, mais uma vez sendo destaque negativo em todas as redes sociais e imprensa, então vamos tentar nos encontrar, mas antes…

Cuiabá ficou solto, meio que perdido, o Prefeito da Capital fazendo o que está entendendo no momento.

Não existe um alinhamento de ações. Emanuel Pinheiro já está começando pagar um preço muito alto porque, quando se isola uma comunidade, parte dela não aceita e não entende que este isolamento é para proteger a Saúde. O “sob controle” dificulta a vida da população.

É bom ressaltar que “sob controle” vive este momento, porque seguiu a questionada estratégia de Jair Bolsonaro. Cuiabá optou por medidas flexibilizadas para combater o vírus, deixando comércio, restaurantes, transportes coletivos funcionando.

O bem da verdade é que, se tivemos de enfrentar a mesma doença até o mês de outubro, não saberemos exatamente o que será de nós.

Emanuel Pinheiro ainda não entendeu que Cuiabá está enfrentando a maior crise dos últimos 100 anos, com a “Pandemia do Coronavírus”, até agora o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro não entendeu que só a união das forças de especialistas em saúdes técnicas, políticas e demais Poderes do Estado, num grande pacto, poderá contribuir para vencer a “Pandemia” e as crises dela decorrentes, como a crise econômica e até mesmo o diversionismo político.

Atualmente Cuiabá é a capital da região Centro Oeste, com maior número de pessoas contaminadas, no qual tem um prefeito cuiabano que puxa de um lado e governador mato-grossense, população e judiciário puxando para outro.

O que significa isso? Será muito difícil, sair dessa crise sem um custo elevadíssimo em vida humanas e em perdas na economia.

Emanuel deste que surgiu o “Isolamento Social” no Estado, o prefeito e o seu grupo fiel, parecem que não entenderem a “Pandemia”, o seu comitê de combate ao Coronavírus, pouco ou nenhuma contribuir trouxe a gestão dessa crise.

Senão venhanos e convenhamos: Cuiabá há pouco mais de 100 dias, após registrar o primeiro caso da “Coronavírus”, passou de uma situação confortável para uma situação extremamente dramática. Até metade do mês de maio a taxa de ocupação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e pessoas infectadas, era a menor taxa entre as capitais do país. Em março, quando entraram em vigor as medidas de “Isolamento Social”, a adesão dos cuiabanos foi boa, bem como a obrigatoriedade do uso de máscaras nos locais públicos.

Porém, com o surto controlado, devido ao medo da população no primeiro momento, o “sob controle”, pensou que estava tudo controlado, liberando geral.

O resultado: os casos quintuplicaram.

Nesta sexta-feira (03), Cuiabá apresentou 4.564 casos confirmados da Covid-19 de residentes no município e 1.036 de não residentes, mas que estão sendo atendidos na capital. Dos confirmados, 700 já estão recuperados da doença e houve 215 óbitos de residentes e 115 de não residentes.

Na rede hospitalar há 297 pacientes confirmados com Covid-19 internados, sendo 179 na UTI e 118 em enfermaria. Também estão internados 234 pacientes com suspeita da doença, sendo 98 na UTI e 136 em enfermaria. Do total de pessoas internadas em UTI, 202 são de residentes em Cuiabá e 75 de residentes de outros municípios. Do total de internados em enfermaria/isolamento, 193 pessoas são de Cuiabá e 61 de outros municípios.

A situação é dramática. Mas, isso é devido a incapacidade…, a cada semana um “Decreto Novo” é publicado, só que restringe acesso, mas não totalmente, o que invariavelmente, propícia a circulação de pessoas. Impõe toque de recolher, mas mantêm transporte coletivo.

Senhor “sob controle”, a estratégia não está funcionando, a cidade voltou a normalidade no início do mês de maio, quando a população seguia às medidas, agora, que perceberam que o prefeito está cantando a música do cantor Leonardo; “eu não sei pra onde vou”, o povo cuiabano está procurando o caminho “salve quem puder”.

Nota da redação

Na crise da “Pandemia”, foram criados três perfis do nosso comportamento diante da ameaça: o TOLO, o DESESPERADO e o CONFUSO.

– O TOLO tende a negar a situação dramática como maneira de enfrentar o medo.
– O DESESPERADO se angustia ainda mais com a situação.
– Já o CONFUSO transita entre esses dois polos, sem saber direito como deve agir e pensar.

PS: o Blog do Valdemir recomenda: se você está CONFUSO nesse momento, procure um psicanalista, porque você tem um problema, e não é o “Coronavírus”.

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