ELEITOR SEMPRE FOI E SEMPRE SERÁ SOBERANO

Dia 30 segunda pesquisa do IBOPE será divulgado pela TVCA

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Tem candidato que estará comemorando sexta-feira dia 30, o seu crescimento. O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) solicitou o registro da amostra no último dia 25 junto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para ser divulgado pela TV Centro América, afiliada da Rede Globo de Televisão em Mato Grosso.

Está será a segunda rodada de pesquisa, a primeira foi divulgada no dia 16 de outubro, e quatros melhores colocados foram:

– Abílio Junior (PODEMOS) 26%
– Emanuel Pinheiro (MDB) 20%
– Roberto França (PATRIOTA) 19%
– Gisela Simona (PROS) 11%
– Brancos e nulos 11%

E os que não sabem ou não responderam 7%.

O engraçado é que, no dia 21 de outubro o IBOPE publicou uma nota, no qual, esclarece que a pesquisa de intenção de voto para prefeito de Cuiabá, “foi por meio de abordagem telefônica”.

E que “o trabalho não representa o eleitorado como um todo”.

O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística observou na ocasião que os dados devem ser interpretados com alguns cuidados e, que o objetivo de uma pesquisa não é antecipar os resultados de eleição, mas sim mostrar o cenário do momento.

O bem da verdade é que no meio político a nota do IBOPE, não foi bem ingerida: se foram ouvidas 602 pessoas, mesmo que seja por telefone. Qual foi a causa “principal” da nota?

Há comparação entre resultado de pesquisa face a face e outras feitas por telefone?

Sim os resultados são muitos parecidos quase sempre, dependendo a margem de erro. Diferenças são apenas de abordagem. Quanto a causa “principal”, não sei.

Em tempos de crise e instabilidade política, a opinião e o comportamento do eleitor brasileiro devem ser alterados e impactados por outras influências. Saber como o eleitor pensa e quais critérios utilizam para a sua tomada de decisão é fundamental.

A pesquisa eleitoral é um recurso fundamental para que os candidatos possam ter noção do clima eleitoral, e até mesmo, fazer mudanças nas suas estratégias de marketing e relacionamento com o seu público. As mudanças realizadas com base na opinião do eleitor podem ser o fator diferencial para um candidato ser bem sucedido em sua campanha.

Segundo dados levantados por um cientista político procurado pelo Blog do Valdemir para que fosse feito uma rápida e curta avaliação do cenário político em Cuiabá, disse que, dificilmente haverá mudança entre o segundo e terceiro lugar.

Probabilisticamente, as chances para quem estiver numa posição difícil, 3ª ou 4ª colocação, as chances de chegar ao segundo turno vão ficar bastante reduzidas”, avaliou em curtas palavras.

Nota da redação

O Instituto de Pesquisa DataFolha, sobre pesquisas eleitorais diz que: as amostras do Datafolha tem entre 2 mil a 2,5 mil entrevistas mas, não há tamanho mínimo ou ideal para uma amostra eleitoral.

O mais importante é a sua representatividade, ou seja, como são selecionados os entrevistados.

Domicio Torres, a pessoa mais renomada da área de pesquisa do mercado do Rio Grande do Sul e até do Brasil e dono do Instituto Reality de Pesquisa, questionado sobre nível de confiança, exemplificou que, por exemplo: se for feita 100 pesquisas ao mesmo tempo, 95% delas será possível encontrar os mesmos percentuais. Sejam elas parecidas ou iguais.

No entanto pode acontecer que em 5% delas, o resultado seja bastante diferente.

Torres afirmou que a pesquisa não diz em quem as pessoas devem voltar e que o eleitor sempre foi e sempre será soberano.

O eleitor vota segundo aquilo que ele vê nos candidatos, na maioria das vezes será influências de partidos e questões ideológicas.

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Covid-19: Gostaram prefeitos de Mato Grosso? Afrouxaram o isolamento agora vem as consequências

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Apesar de configurar na classificação de risco baixo de infecção pelo Coronavírus, conforme mostra o documento a partir da página 12, do Boletim Informativo com o panorama epidemiológico da situação em Mato Grosso.

Apesar de esse status por trinta dias, 2 de novembro, Ribeiraozinho foi a última cidade classificada com risco “moderado“.

Apesar da “média móvel de 7 dias” demonstrar tendência de queda, dos casos de Covid-19.

Apesar de que nunca tenha existido de fato um isolamento da população, o que temíamos aconteceu: os cuidados essenciais para prevenção da Pandemia da Covid-19, foi deixado de lado por uma grande parcela da população.

Os mato-grossenses vivem um clima de “acabou a pandemia”, os registros de aglomerações em eventos sociais e familiares tem sido frequentes, além das atividades comerciais e indústrias.

Os frutos desse comportamento têm refletido diretamente no número de pessoas diagnosticadas com Coronavírus e consequentemente na taxa de ocupação de leitos hospitalares. A situação vem preocupando autoridades, entidades médicas e órgãos de saúde pública.

A população mato-grossense começa a ficar angustiada. É preciso que cada um tenha consciência, entretanto, é de suma importância que seja feita uma Lei ou Decreto. Assim com a consciência de cada um e medidas por parte dos prefeitos, será possível aguardamos o mês de março, quando a população brasileira começará a ser vacinado contra a Covid-19.

PS: só para registrar aí na sua memória, os casos  estão aumentando não é por culpa do Flamengo que foi eliminado da Copa Libertadores da América 2020, mas sim, do relaxamento da população e principalmente dos prefeitos dos municípios do Estado de Mato Grosso que,  por causa das eleições municipais, abriram, liberaram tudo, menos aglomerações em suas casas.

O índice do distanciamento está de 37,2%, segundo levantamento da empresa do Software InLoco.

O número está abaixo do verificado no dia 23 de março (52,4%), quando foram estabelecidas as primeiras medidas restritivas em Cuiabá. Bem inferior ao considerado ideal pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que é 70%.

O distanciamento social é apontado como uma das medidas mais importantes e eficazes para reduzir o avanço da Pandemia da Covid-19, que ainda não acabou.

Nesta semana inclusive um grupo de pesquisadores brasileiros alertou para o que eles identificaram como o começo da segunda onda da Pandemia no país.

De acordo com informações do Jornal Nacional, o estudo traz assinatura de seis especialistas, de cinco universidades e institutos de pesquisas do país.

Dados

Foram notificados 744 novas confirmações de casos de Coronavírus e 10 mortes nas últimas 24 horas. Dos 159.726 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 2.698 estão em isolamento domiciliar e 152.392 estão recuperados.

A taxa de ocupação está em 34,99% para UTIs adulto e em 15% para enfermaria adulto. Em oito meses de Pandemia foram registrados 4.142 óbitos.

Teste em Mato Grosso

Cerca de 500 mil pessoas em Mato Grosso já passaram por algum teste para diagnóstico da Covid-19, desde o início da Pandemia. Os resultados positivos representam 30% dos testados. Os números na Pnad Covid-19, foram divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As mulheres são o público mais frequente com 240 mil testes e os homens com 236 mil exames. As pessoas que receberam resultado positivo para o contágio passou de 119 mil em setembro, para 132 em outubro.

Elas eram até outubro 3,9% da população de Mato Grosso.

Se considerados os dados de julho, o grupo que já adoeceu quase dobrou. No mês de aceleração para o pico havia 79 mil com resultado positivo.

Os casos de Covid-19, em menores de idade tiveram  um aumento na capital entre 22 e 28 de novembro. O Boletim da Prefeitura de Cuiabá aponta um crescimento de 534% nos casos em crianças e 751% em adolescentes. Apesar do aumento da incidência, felizmente, as mortes estão em queda.

Toque de recolher

O Estado de Santa Catarina anunciou toque de recolher para todas as cidades do Estado. A decisão, que vai valer durante a madrugada, foi tomada no final da tarde desta quarta-feira (2), em reunião entre o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) e representantes da Federação Catarinense de Municípios (Fecam), e no mesmo dia em que 15 das 16 regiões foram classificadas com risco gravíssimo para Coronavírus.

A decisão tem como objetivo frear o avanço da doença ao mesmo tempo em que mantém as atividades econômicas do Estado. 

A velocidade de ação das autoridades é fundamental no combate ao novo coronavírus.

Vacinação? Só em março de 2021.

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