DECRETO x POLÍTICA

Decreto de Mendes flexibiliza funcionamento do comércio; Pinheiro vai concordar?

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O Governo do Estado de Mato Grosso vem adotando medidas graduais para conter a “Pandemia” do novo “Coronavírus” e, nesta sexta-feira, um Novo Decreto foi assinado pelo Democrata (DEM), Mauro Mendes Ferreira que trata de medidas restritivas para municípios considerados com risco “alto” de contaminação pela “Covid-19”.

O novo texto é uma resposta do Governo do Estado as sucessivas decisões judiciais determinando quarentena coletiva obrigatória em Cuiabá e várzea Grande.

Outro ponto do Decreto do Governo do Estado é que os municípios só poderão tomar medidas mais restritivas se justificadas em dados concretos locais a necessidade de maior rigor.

E Mato Grosso é diferente, senão vejamos: municípios só poderão tomar medidas mais restritivas, seria uma brecha para Emanuel Pinheiro, não concordar com o Decreto do governador Mauro Mendes?

O Palácio Paiaguas, teme que alguns prefeitos de algumas cidades não respeitem e tomem as suas próprias medidas.

E podem escrever…, neste sabadão vamos aguardar a “guerra” não contra a doença, contra a “Pandemia”, mas contra a administração estadual.

Covid-19? Que nada, Emanuel elege Mauro como inimigo para combater

E, enquanto o Brasil luta para encontrar uma forma eficaz de combater o novo Coronavírus, Emanuel e Mauro, Mauro e Emanuel, estão em meio a outra crise que se mostra tão perigosas quanto a própria “Pandemia”.

Mesmo com o novoCoronavírus, já tendo tirado mais de 1.400 mato-grossenses, o inimigo para ser combatido por parte do alcaide cuiabano, parece não ser a Covid-19, mas, sim, o governador Democrata (DEM), Mauro Mendes, ultimamente massacrado por Pinheiro, por adotar medidas para combater o novo Coronavírus.

E na disputa de egos, a única certeza é que Mato Grosso sairá derrotado. Apesar de convivemos com dois líderes, dois entendimentos que estão em choque e não há sinal que vão desaparecer a curto prazo. Muito pelo contrário, devem aumentar, principalmente no segundo semestre. Segundo semestre?…Sim, vem ai a eleição municipal.

O que todos nós percebemos é que o alcaide cuiabano e o chefe do Executivo Estadual não estão muito preocupado com acabar com as divergências, o que é uma insensatez.

Todos nós vamos perder. O futuro que nos guarda é nebuloso.

Enquanto todos tem conseguido administrar divergências… Isso não acontece entre Emanuel e Mauro.

O Blog do Valdemir alerta: em Mato Grosso não há unidade para se definir as melhores ações de combate aos efeitos da “Pandemia”, tanto para agora quanto nos próximos cinco meses.

O incrível é ter conviver com uma situação de emergência, que deveria ser tratada com emergência, não recebe os devidos cuidados. Enquanto isso a população não sabe quem seguir.

Querem uma prova, ou melhor duas: Mauro liberou barbearia, Emanuel ainda não autorizou funcionar em Cuiabá, Mauro decretou novas medidas, ontem sexta-feira, Pinheiro vai implantar ou recorrer na Justiça?

A falta de consenso é incrível, mas a população mato-grossense espera que Mauro e Emanuel retornem a realidade e análise que a questão é séria, é guerra, é Mato Grosso que está em jogo.

PS: saiam da bolha do ódio.

Nota da redação

Mato Grosso enfrenta uma grande crise sanitária, o quadro é alarmante, o Estado está aproximando entre os quatro no nível de segurança. A situação é de lotação nas unidades de terapias intensivas e sobrecarregando as unidades públicas e privadas de saúde.

Mas, ao invés de buscar meios de controlar a “Pandemia” e salvar vidas, nossos líderes continuam não se entendendo no combate ao novo “Coronavírus”.

Já estamos quatro meses convivendo com a “Pandemia” e, pior as brigas entre o Emanuel Pinheiro e Mauro Mendes. O pior a “guerra” está atrapalhando a relação de ambos na atuação conjunta entre Cuiabá e Várzea Grande. Então concluímos que decretos não resolvem.

É muito difícil, quando estão preocupados com votos e não com vidas. Não se esqueçam de que, em uma crise de Saúde Pública não há espaço para populismo.

Emanuel Pinheiro, Prefeito de Cuiabá e Mauro Mendes, Governador do Estado de Mato Grosso, é o momento de sermos maduros e responsáveis, juntos.

Vamos fazer um apelo: aqueles que subiram em palanques desçam, não é hora de ataques e sim de união.

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Filhos do 25 não querem perder o legado histórico da sigla

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Os grupos que pregam a renovação na vida pública comemoraram os resultados das Eleições de 2018, mas agora começam a se deparar com os diversos problemas dentro da política na vida real.

Há uma narrativa de que a “crise”, se não derrubar o Governo, ao menos significará um entrave significativo para o avanço de sua agenda.

É caros amigos internautas do Blog do Valdemir, o clima nos bastidores políticos do Estado de Mato Grosso não anda nada bom para algumas lideranças do nosso Estado. Todos estão na expectativa da reunião entre os caciques: Mauro Mendes Ferreira, Jayme Veríssimo de Campos, José Eduardo Botelho, Mauro Carvalho Junior, Júlio José de Campos e o Diretório Estadual do Partido Democrata (DEM).

Na pauta diz que: para definir a posição do partido em relação ao pleito Eleitoral de 2020.

Muitos pensam que a preocupação dos Democratas, será para escolher um nome da sigla para disputar a cadeira Numero 1 tão desejada por muitos, contra o amigo da família Campos a Prefeitura de Cuiabá, o emedebista Emanuel Pinheiro.

Então tá bom! Está difícil, sabemos a dificuldade dos internautas acompanhar o assunto, que tem tomado o centro da atenção no debate político mato-grossense nas últimas semanas: a crise do DEM.

Partido no qual o governador Mauro Mendes foi eleito e que ainda está filiado. Mas tenha paciência, o partido dos Democratas será ainda tema de várias matérias que estão por vir, artigos para comentar as várias declarações e fatos impactantes, envolvendo os considerados “caciques”, passando por deputados e militantes partidários da sigla.

A “crise” dos Democratas poderia receber diversas adjetivações, menos a de surpreendente. O que chama atenção é o fato de haver, bem difundida entre várias pessoas e setores, algumas surpresas nos embates que tem visto e amplamente noticiadas.

Talvez a surpresa seja decorrente de uma percepção particular sobre os Campos.

Diante disso, cabem aqui algumas reflexões sobre a crise em si, do partido, do atual Governo do Estado, e outros.

É possível esboçar duas razões complementares para se pensar a crise do DEM: apoio a Emanuel Pinheiro ou a para que Mauro Mendes saia do partido… Nossa… Já…

Algumas prerrogativas deixam claro que existe um interesse no racha. E será imenso, mesmo porque o partido até 2018 ficou como “coadjuvante” de outras siglas partidárias. Hoje no centro da disputa para as Eleições de 2020, deve-se perguntar: como é até quando poderão seguir o fluxo da onda conservadora que levou o DEM ao Palácio Paiaguas?

É possível que algumas lideranças vislumbrem na atual “crise” um momento de se desvincular de um iminente desastre. Também é possível que outros prefiram permanecer e se aferrar do partido, apostando vislumbrar novos horizontes nas Eleições de 2022.

Com certeza existe incontável, tons de cinza entre uma posição e outra que somente um exame mais minucioso dos embates que vem acontecendo poderá responder de maneira mais incisiva.

PS: uma conclusão que se pode tomar é que o DEM é um campo de disputa de diversos agentes políticos, sendo o Palácio Paiaguas, parte dele.

Uma dica: há uma maneira de ver o grupo de Jayme e Júlio, como segue a política. Se quiser saber, domingo ficarás sabendo aqui no Blog do Valdemir.

Nota da redação

Nós não estamos rachados, é isso que as lideranças dos Democratas soltam aos quatro cantos do Estado.

Então o Blog do Valdemir pergunta: não é racha, três lideranças políticas apoiarem candidaturas diferentes no pleito eleitoral?

Tá bom…, querem enganar, engane pra lá, porque aqui, não vão enganar os nossos internautas e, vou escrever…

Para se ter uma ideia, os “caciques” políticos da oposição, comemora o racha dos Democratas, já que representa um movimento que pode-se beneficiar uma candidatura da oposição ao Paiaguas em 2022.

Quer mais? O grupo ligado ao Senador pelo Democrata, Jayme Campos não irá referendar o nome para a disputa da Prefeitura de Cuiabá e muito menos o que o Diretório Estadual da sigla indicar para o Senado da Republica neste mês de novembro, dia da Eleição de 2020 para Prefeito, Senador e Vereador.

O racha já está nítido. O clima de rompimento é tão grande na sigla. As possibilidades estão todas abertas, seja a migração ou até permanecer um partido rachado.

Finalizando: eu não posso afirmar se o deputado Eduardo Botelho será candidato. Eu ainda não vi nenhuma movimentação“, o cacique e senador Jayme Campos, disse para muitos, mas poucos entenderam.

Fábio Garcia é a carta de Mendes. Só que está carta nem está sabendo o que vem ocorrendo no bairro Dom Bosco, ou melhor nem sabe aonde fica este bairro.

Eduardo Botelho, neste momento é melhor tê-lo na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL/MT) do que na disputa eleitoral. Concorda Mauro Mendes?

Resta Marcelo Bussiki que é opositor a Pinheiro (o pivo da intriga no DEM). O edil cuiabano carregaria como apoio, os vereadores que são contra a administração Municipal de Cuiabá.

Não estão rachado não, veja só: Jayme Campos apoia Nilson Leitão, Eduardo Botelho apoia Otaviano Pivetta e Mauro Mendes apoia Carlos Favaro. Se isso não for racha então é o que?

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