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De olho em 2022, Eduardo Leite visita MT em busca de votos

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O governador do Rio Grande do Sul, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Eduardo Figueiredo Cavalheiro Leite, comunicou a direção estadual da sigla de Mato Grosso, que estaria neste fim de semana no Estado, para apresentar a sua pré-candidatura à presidência da República. Leite foi o primeiro a desembarcar em Mato Grosso.

João Doria Junior, Governador do Estado de São Paulo, e Eduardo Leite são os principais nomes do PSDB na atualidade. Os governadores disputam as prévias do PSDB, que devem ocorrer em novembro, para saber quem será o escolhido tucano na disputa pelo Palácio do Planalto.

Os tucanos em Mato Grosso, planejam ter nomes na disputa pelo Senado Federal e ao Governo do Estado, que serão escolhidos no próximo ano. Ari Lafin, atual prefeito de Sorriso, e o ex-deputado Nilson Leitão, que é uma pedida do agronegócio, devem ser os nomes que disputarão as primárias do partido no Estado. Francis Maris, ex-prefeito de Cáceres, é o nome escolhido pelo partido para a disputa a vaga de Senador por Mato Grosso.

Eduardo Leite também se reuniu neste sábado (11), em uma visita de cortesia no Palácio Paiaguás com governador Mauro Mendes (DEM), ocasião na qual compartilharam experiências exitosas de ambas as administrações.

Mauro Mendes relatou que, assim como Eduardo Leite, pegou a gestão com muitas dificuldades: dívidas com servidores, fornecedores, Poderes e municípios, recolhimento de viaturas, fechamento de UTIs e desequilíbrio financeiro.

Tomamos medidas necessárias, com ajuda da Assembleia, e consertamos o Estado. Agora já conseguimos nota A no Tesouro Nacional e executamos grandes investimentos públicos. 15% da nossa receita é aplicada em investimentos para a população“, afirmou.

O governador citou que muito do que Mato Grosso é hoje também é fruto do trabalho de imigrantes que vieram de outros estados, como o Rio Grande do Sul.

O Rio Grande do Sul é um estado importante e tem uma grande conexão com Mato Grosso, porque em vários cantos do nosso estado há pessoas que vieram de lá, assim como de vários outros estados, e que nos ajudaram a construir esse Mato Grosso que dá orgulho a todos nós“, disse.

Eduardo Leite também ressaltou que Mato Grosso e Rio Grande do Sul têm muito em comum e que, por isso, é importante a troca de experiências de sucesso das gestões.

Iniciamos governos que estavam em situações difíceis, com dívidas. Trocar essas experiências, conversar sobre as iniciativas adotadas em nossos estados, entender o que se passa por aqui e o que fizemos por lá é uma forma de fazermos esse intercâmbio de informações e assim aprimorarmos nossos governos em favor da população“, pontuou.

Também estiveram presentes na reunião os ex-governadores; Blairo Borges Maggi (PP) e Júlio José de Campos (DEM), o Senador Jayme Veríssimo de Campos (DEM), os deputados estaduais Wilson Santos e Carlos Avalone do PSDB, o ex-senador Cidinho Santos, e os secretários de Estado, Mauro Carvalho (Casa Civil), César Miranda (Desenvolvimento Econômico) e Beto Dois a Um (Cultura, Esporte e Lazer).

MDB com Eduardo Leite

Em ato político do PSDB realizado na tarde de sábado (11), políticos de peso do MDB de Mato Grosso gravaram mensagens de apoio ao governador tucano Eduardo Leite, a deputada estadual Janaína Greyce Riva e o Prefeito da Cidade de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin, foram anunciados pelo deputado estadual Carlos Avalone como simpatizantes do político gaúcho que agradeceu ao apoio.

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51 milhões de pessoas viveram abaixo da linha da pobreza

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A pobreza e a extrema pobreza continuam, ano após ano, a ser uma grande marca na sociedade brasileira. As características e a distribuição da população em situação de pobreza e extrema pobreza chamam a atenção.

A pobreza e a extrema pobreza têm efei-tos terríveis para a dignidade das pessoas e, no caso de crianças e adolescentes, trazem consequências irreparáveis. A situação compromete irreversivelmente seu desenvolvimento, condenando-os ao estado perpétuo de vulnerabilidade. Crianças criadas em um ambiente de privação e violência não conseguem crescer, estudar e trabalhar, o que dificulta que se tornem adultos independentes, perpetuando o ciclo de pobreza.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que, mesmo com programas de transferência de renda como o Auxílio Emergencial e outros promovidos por estados e municípios, quase 51 milhões de pessoas viveram na linha abaixo da pobreza em 2020, primeiro ano da pandemia. Ou seja, um em cada quatro brasileiros sobreviveu com menos de R$ 450 reais mensais no ano passado.

Se foi ruim com os recursos públicos adicionais, pior seria sem esses programas sociais. Segundo o IBGE, sem eles, o total de pessoas abaixo da linha da pobreza teria saltado de 50,953 milhões (24,1% dos brasileiros) para 67,729 milhões (32,1% da população). Em 2019, antes da Covid-19 e da concessão desses auxílios, 25,9% das pessoas viviam nessa condição no país.

Ainda de acordo com a pesquisa, sem os auxílios decorrentes da pandemia, os 21 milhões de brasileiros mais pobres teriam sobrevivido com R$ 13 por mês. Com os benefícios públicos, essa parcela da população ficou, em média, com R$ 128 por mês. Ou R$ 4,27 por dia. Esse grupo havia recebido, em média, R$ 111 mensais em 2019.

O IBGE também mostra outro dado dramático da realidade brasileira: mesmo com os auxílios emergenciais, 12,046 milhões de pessoas (5,7% da população) viveram abaixo da linha de miséria em 2020. O número de miseráveis teria mais que dobrado sem os benefícios concedidos pelo poder público no ano passado, alcançando 27,313 milhões de pessoas, ou 12,9% dos brasileiros.

Para a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Banco Mundial, vive na miséria quem tem renda familiar per capita inferior a R$ 155 por pessoa. Com a pandemia, o nível de ocupação no Brasil atingiu menor média histórica, apenas 51%. O indicador revela as desigualdades raciais e de gênero no Brasil.

Segundo o IBGE, a população ocupada branca teve, em média, rendimento de R$ 3.056 ano passado. Um valor 73,3% superior à média de R$ 1.764 de rendimentos da população preta ou parda. Para os homens, o rendimento médio, de R$ 2.608, foi 28,1% maior do que o das mulheres, que ficou em R$ 2.037.

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