SONHO DO VLT

“Covid-19” tirando a paz da população de Cuiabá e Várzea Grande e o sonho do VLT

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Já se passaram 15 meses, neste ínterim, após 38 anos o Flamengo, conseguiu pela segunda vez ganhar a Libertadores, o Cruzeiro foi rebaixado pela primeira para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro, o Cuiabá Esporte Clube continua na segunda divisão do brasileiro, o governador Mauro Mendes Ferreira (DEM) conseguiu equacionar as finanças no Estado de Mato Grosso que a muito tempo vinha no vermelho, implantou a Reforma Administrativa e Previdenciária no primeiro ano do seu Governo.

Com muita luta, sacrifício e determinação, vem combatendo o “Covid-19”, ao lado das demais autoridades e da população mato-grossense, mas, e o Veículo Leve sobre Trilhos o famoso VLT?

Vamos analisar friamente: as nossas autoridades (bem da verdade alguns) estão empenhadas para combate da “Pandemia da Covid-19”.

Assim podemos continuar com a análise: tá faltando mobilização de nossos políticos para concluir as obras, percebe-se que não existe vontade política para resolver o problema do VLT.

Como era de esperar a população, vem sofrendo à muito tempo e, os nossos políticos precisam refletir os ânimos sociais, precisam refletir esse cenário de descrença, com uma perigosa escalada de intolerância (rezem para que não tenha eleição) e de questionamento.

Os principais culpados por essa indignação coletiva são aqueles que, ao longo de alguns anos aparelharam a máquina pública a serviço de projeto pessoal.

Hoje, porém, mais importante do que identificar os erros alheios é fazer uma profunda autocrítica. Em algum momento, cada um de nós escolheu caminhos que conduziram a realidade atual que vivemos.

O setor empresarial por exemplo, se dedicou quase que exclusivamente aos seus negócios, enquanto Mato Grosso ruía, adotando uma postura destoante de sua importância e representatividade. A omissão está custando caro. O Governo por mês paga R$ 12,2 milhões referente a parcela do empréstimo feito para a construção do metrô de superfície.

O incrível foi que, quando o estrago estava feito, surgiu a reação de líderes empreendedores foram aos espaços de poder, juntamente com diversos políticos, fomentaram bons debates e contribuíram com ideias para o futuro.

Exerceram suas influências políticas, defendendo entre outras pautas: agenda de reforma e a retomada do VLT.

O que aconteceu? É preciso seguir nesse caminho de participação ativa e engajamento no assunto do VLT. O movimento deve-se tornar permanente, unindo setor público e iniciativa privada, na busca de soluções para os entraves de Cuiabá e Várzea Grande, que tem nome e sobrenome…, Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

Recordar é viver, por isso recordo aos que pensam que são líderes

– A obra do VLT em Cuiabá e região metropolitana da Capital, já custou mais de R$ 1 bilhão aos cofres públicos.
– O Governo não paga, quem paga é a viúva, e a viúva somos todos nós.
– O que se paga para fazer estudos com a finalidade de discutir a viabilidade do VLT, dava para implantar o metrô de superfície, a Ferronorte e sobraria dinheiro para conversa de boteco.
– Quando se fala em futuro do VLT de Cuiabá e Várzea Grande é um hipotético marco para a classe política.

Nota da redação

A decisão do VLT estava mercado para o mês de março. Grupo de trabalho, estudo, dinheiro público e estatísticas. O governador Mauro Mendes prometeu anunciar o que seria feito no dia 20 de março, chegou a “Pandemia” e o assunto, que vem desde o início do seu mandado…, vai continuar.

O governador Mauro Mendes definiu as obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) como uma “grande confusão” armada para Mato Grosso, e foi escolhido como modal de transporte a ser implantado em Cuiabá e Várzea Grande ainda no período anterior à participação de Cuiabá na Copa do Mundo de 2014.

O investimento total a ser feito pelo Governo do Estado corresponderia a R$ 1,477 bilhão, por meio de um empréstimo contraído junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

No dia 1º de novembro, o Diário Oficial da União (DOU) publicou a decisão administrativa do governo federal em prorrogar por 120 dias o estudo a respeito da viabilidade do VLT.

E após 5 anos, as obras ainda estão paralisadas e sem perspectiva de retorno, o projeto do Veículo Leve sobre Trilhos será composto por duas linhas que liga Aeroporto-CPA e Coxipó-Porto, com total de 22 km de trilhos e terá 40 composições, com 280 vagões. Cada composição tem capacidade para transportar até 400 passageiros, sendo 72 sentados.

Iniciada em agosto de 2012 e gastos mais de R$ 1 bilhão de reais que já foi aplicado no “novo” modal de transporte coletivo de Cuiabá e Várzea Grande. Os trilhos que guiariam o VLT nos dois municípios quase não existem, e os que já foram construídos estão se deteriorando, juntamente com os vagões que estão estacionados no Centro de Controle Operacional e Manutenção, localizado em Várzea Grande e que, por curiosidade, também está se definhando por falta de manutenção.

Mas nem tudo está perdido, ou está? Mas vamos lá: alguns especialistas defendem a conclusão das obras do VLT, para que os trens comecem a rodar e o prejuízo não continuar.

Mas venhamos e agora dançamos mesmo, foi rio abaixo, com certeza está no Rio Paraguai, os projetos, os sonhos, e se faltava dinheiro para retornar as obras, imagina com o Covid-19.

Que fim levará todas as promessas, que fim levará os sonhos da população de Cuiabá e Várzea Grande?

Não roubem os nossos sonhos!

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Cuiabá é uma “NAU” a deriva; prefeito se mostra indeciso nas medidas para combater a “Covid-19”

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Assim como um jogo, a sociedade também é regida por um conjunto de regras e valores, normas, ideias e medidas do que é definido com forte interferência política de certo e errado, no qual muito bem conhecemos e, ao não atingir a expectativa desse ideário a culpa pode aparecer.

Mas já dizia Confúcio: “o homem superior atribuí a culpa a si próprio; o homem comum dos outros“. E neste momento em que vivenciamos, chegamos a questionar: o que insiste alguns gestores em permear em uma grave doença, que se alastra de forma avassaladora, elevando-se por sua dimensão e efeitos, ao grau de “Pandemia” “a síndrome da não culpa”, eis o mal que ainda temos que conviver, já não basta a “Covid-19”.

Entenda a síndrome: basta que os números de pessoas infectadas aumentar em determinado município mato-grossense, ou ainda aparecer uma dificuldade para aquisições de medicamentos, e o doente-portador (Leia-se gestores públicos), devidamente “armado” saí imediatamente na defensiva “a culpa não é minha“, “o responsável é o governador“, “não tenho culpa“, e por aí vai.

Quando mais a “Pandemia” em Mato Grosso cresce, já estamos esperando dos nossos brilhantes gestores públicos, a incansável e velha desculpa, entretanto, há os que tratam de arranjar justificativas ou evasivas, antes mesmo de o problema concretizar.

Cuiabá: Eu não sei pra onde for

Eita cuiabazao…, mais uma vez sendo destaque negativo em todas as redes sociais e imprensa, então vamos tentar nos encontrar, mas antes…

Cuiabá ficou solto, meio que perdido, o Prefeito da Capital fazendo o que está entendendo no momento.

Não existe um alinhamento de ações. Emanuel Pinheiro já está começando pagar um preço muito alto porque, quando se isola uma comunidade, parte dela não aceita e não entende que este isolamento é para proteger a Saúde. O “sob controle” dificulta a vida da população.

É bom ressaltar que “sob controle” vive este momento, porque seguiu a questionada estratégia de Jair Bolsonaro. Cuiabá optou por medidas flexibilizadas para combater o vírus, deixando comércio, restaurantes, transportes coletivos funcionando.

O bem da verdade é que, se tivemos de enfrentar a mesma doença até o mês de outubro, não saberemos exatamente o que será de nós.

Emanuel Pinheiro ainda não entendeu que Cuiabá está enfrentando a maior crise dos últimos 100 anos, com a “Pandemia do Coronavírus”, até agora o prefeito cuiabano Emanuel Pinheiro não entendeu que só a união das forças de especialistas em saúdes técnicas, políticas e demais Poderes do Estado, num grande pacto, poderá contribuir para vencer a “Pandemia” e as crises dela decorrentes, como a crise econômica e até mesmo o diversionismo político.

Atualmente Cuiabá é a capital da região Centro Oeste, com maior número de pessoas contaminadas, no qual tem um prefeito cuiabano que puxa de um lado e governador mato-grossense, população e judiciário puxando para outro.

O que significa isso? Será muito difícil, sair dessa crise sem um custo elevadíssimo em vida humanas e em perdas na economia.

Emanuel deste que surgiu o “Isolamento Social” no Estado, o prefeito e o seu grupo fiel, parecem que não entenderem a “Pandemia”, o seu comitê de combate ao Coronavírus, pouco ou nenhuma contribuir trouxe a gestão dessa crise.

Senão venhanos e convenhamos: Cuiabá há pouco mais de 100 dias, após registrar o primeiro caso da “Coronavírus”, passou de uma situação confortável para uma situação extremamente dramática. Até metade do mês de maio a taxa de ocupação nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e pessoas infectadas, era a menor taxa entre as capitais do país. Em março, quando entraram em vigor as medidas de “Isolamento Social”, a adesão dos cuiabanos foi boa, bem como a obrigatoriedade do uso de máscaras nos locais públicos.

Porém, com o surto controlado, devido ao medo da população no primeiro momento, o “sob controle”, pensou que estava tudo controlado, liberando geral.

O resultado: os casos quintuplicaram.

Nesta sexta-feira (03), Cuiabá apresentou 4.564 casos confirmados da Covid-19 de residentes no município e 1.036 de não residentes, mas que estão sendo atendidos na capital. Dos confirmados, 700 já estão recuperados da doença e houve 215 óbitos de residentes e 115 de não residentes.

Na rede hospitalar há 297 pacientes confirmados com Covid-19 internados, sendo 179 na UTI e 118 em enfermaria. Também estão internados 234 pacientes com suspeita da doença, sendo 98 na UTI e 136 em enfermaria. Do total de pessoas internadas em UTI, 202 são de residentes em Cuiabá e 75 de residentes de outros municípios. Do total de internados em enfermaria/isolamento, 193 pessoas são de Cuiabá e 61 de outros municípios.

A situação é dramática. Mas, isso é devido a incapacidade…, a cada semana um “Decreto Novo” é publicado, só que restringe acesso, mas não totalmente, o que invariavelmente, propícia a circulação de pessoas. Impõe toque de recolher, mas mantêm transporte coletivo.

Senhor “sob controle”, a estratégia não está funcionando, a cidade voltou a normalidade no início do mês de maio, quando a população seguia às medidas, agora, que perceberam que o prefeito está cantando a música do cantor Leonardo; “eu não sei pra onde vou”, o povo cuiabano está procurando o caminho “salve quem puder”.

Nota da redação

Na crise da “Pandemia”, foram criados três perfis do nosso comportamento diante da ameaça: o TOLO, o DESESPERADO e o CONFUSO.

– O TOLO tende a negar a situação dramática como maneira de enfrentar o medo.
– O DESESPERADO se angustia ainda mais com a situação.
– Já o CONFUSO transita entre esses dois polos, sem saber direito como deve agir e pensar.

PS: o Blog do Valdemir recomenda: se você está CONFUSO nesse momento, procure um psicanalista, porque você tem um problema, e não é o “Coronavírus”.

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