PERDERAM NOVAMENTE

Conselheiros afastados são frustrados com tentativa de retorno

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Sergio Ricardo de Almeida, Valter Albano da Silva, Antônio Joaquim Moraes Rodrigues Neto, José Carlos Novelli e Waldir Júlio Teis, afastados do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), por suspeita de fazerem parte de vários esquemas de corrupção, que estavam até denegrindo a imagem de uma instituição tão séria e importante como o TCE vai continuar fora do órgão por determinação da Justiça.

Na última tentativa, o efeito “Suspeição” interposto as vésperas do julgamento do habeas corpus requerido por Valter Albano, um dos conselheiros afastados, não pode ser julgado.

O tão sonhado habeas corpus seria apreciado, pelo “conterrâneo” e famoso Ministro Gilmar Mendes, como levantou suspeitas, a interposição dos fatos barrados na suspeição contra Gilmar Mendes, suspendeu a análise do processo“.

Ou seja, mais uma vez, os antigos julgadores de constas Sergio Ricardo, Valter Albano, Antônio Joaquim, José Carlos Novelli e Waldir Teis estão degustando do sabor da Justiça, que insiste em proporcionar um sabor amargo do jiló, ou até mesmo do fel em seus cardápios para os Conselheiros afastados.

Sergio Ricardo, Valter Albano, Antônio Joaquim, José Carlos Novelli e Waldir Teis, são os cinco (5) Conselheiros acusados por corrupção passiva, sonegação de renda, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Coincidência ou não, o advogado contrato por Valter Albano é o mesmo advogado do Barata Filho, famoso personagem das páginas policiais do Rio de Janeiro, que conseguiu de forma ainda não explicada, um habeas corpus com Gilmar Mendes“.

Vale ressaltar que durante o período de execução dos projetos e Obras da Copa do Mundo de 2014, que na sua maioria não ficaram prontas, os cinco Conselheiros eram também responsáveis por fiscalizar o investimento do recurso público.

Mais de R$ 1 bilhão jogados fora“.

O Veículo Leve Sobre Trilho (VLT) que só de estudo de viabilidade já vai completar seis (6) anos, quatro anos da gestão José Pedro Gonçalves Taques e um ano e cinco meses da gestão Mauro Mendes virou um verdadeiro “Elefante Branco“, travando as duas maiores cidades de Mato Grosso, Cuiabá e Várzea Grande“.

Mesmo com os nomes envolvidos até nos escândalos das Obras da Copa do Mundo de 2014, em fevereiro deste ano de 2020, os cinco Conselheiros tentaram retornar aos seus cargos, mas o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) manteve o afastamento.

Os cinco conselheiros afastados insiste em encontrar uma brecha da Justiça para conseguir retornar aos seus cargos“.

O ex-governador Silval Barbosa, ficou cerca de 2 anos presos, como também, o ex-deputado José Geraldo Riva, que ficou por cerca de 6 meses presos, e estão devolvendo de uma forma ou de outra, recursos desviados para os cofres públicos, resta saber quando os cinco Conselheiros: Antônio Joaquim, José Carlos Novelli, Sérgio Ricardo, Waldir Teis e Valter Albano irão degustar das quentinhas do Centro de Custódia de Cuiabá (CCC) e devolver recursos públicos.

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A operação

A Operação Malebolge, deflagrada em 14 de setembro de 2017, tem como objetivo apurar a prática de pelo menos seis crimes que teriam sido praticados pelos investigados, na 12ª fase da Operação Ararath.

O esquema foi descoberto no curso das investigações da Ararath, a partir da apreensão de diversos documentos e depoimentos prestados por colaboradores, entre os quais está o ex-governador do Mato Grosso Silval da Cunha Barbosa. A organização criminosa instalou-se no alto escalão do Estado de Mato Grosso e funcionou especialmente entre 2006 e 2014.

Durante a “Operação”, Fux autorizou a realização de busca e apreensão em domicílio e deferiu o afastamento cautelar de cinco Conselheiros do Tribunal de Contas do Mato Grosso.

As investigações apontam o envolvimento num combinado que teria condicionado a continuidade das Obras da Copa do Mundo de 2014 ao pagamento de R$ 53 milhões em propina para os Conselheiros.

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No Brasil “Varíola de Macaco” terá casos em breve

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Há 50 anos, em abril de 1971, 19 moradores da Vila Cruzeiro, uma comunidade de baixa renda no bairro da Penha, na zona norte da cidade do Rio de Janeiro, foram os últimos a terem varíola no Brasil. Também acompanhados pela OMS (Organização Mundial da Saúde), Bangladesh, em 1975, e Somália, dois anos depois, fizeram os derradeiros registros da doença que na década anterior causava uma mortalidade próxima a 30% das pessoas infectadas, após fazê-las sofrer com bolhas que cobrem o corpo todo antes de se abrir e liberar um líquido amarelado cheio de pus.

Como nenhum outro caso foi notificado nos anos seguintes, em 1980 a OMS reconheceu a erradicação da varíola no mundo. Causada pelo vírus Poxvirus variolae, transmitido de pessoa a pessoa ou por roupas e objetos contaminados, essa doença perseguira a humanidade durante milênios.

Volta da doença

Desde o início de maio, mais uma preocupação surgiu para o mundo: a varíola de macaco. Tipicamente endêmica de países da África, casos da doença foram registrados em países da Europa, Oceania, América do Norte e do Sul. São 131 casos confirmados e 106 suspeitos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e, embora nenhum tenha sido observado no Brasil, é necessário manter a vigilância.

A primeira notificação fora da África ocorreu no dia 7 deste mês. Já o primeiro caso registrado na história se deu em 1970, na República Democrática do Congo.

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A origem dos surtos atuais ainda não foi identificada. No entanto, especialistas lembram que a varíola do macaco não se compara ao novo Coronavírus, por exemplo, em termos de transmissibilidade ou mortalidade, de modo que a ameaça deve não ser tão grave. Vale lembrar que apenas pessoas com mais de 55 anos são vacinadas contra a varíola humana, imunizante que também protege contra a versão animal do vírus.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) criou uma comissão, em caráter consultivo, cujo papel será acompanhar a possível incidência da doença no país, e a pasta da Saúde monitora o quadro por meio de uma Sala de Situação, anunciada na última segunda-feira (23/5).

Transmissão

A “varíola dos macacos” é conhecida desde 1958, quando foi diagnosticada em uma colônia de macacos. O nome veio em razão das semelhanças com a varíola previamente observada em outras espécies.

A transmissão da doença ocorre por meio de fluidos corporais, além de não estar acostumada a transitar em humanos, e por isso é considerada menos contagiosa, demandando um contato mais íntimo do que a Covid-19, por exemplo, para passar de pessoa para pessoa. De acordo com a OMS, a doença é controlável, principalmente por esses fatores.

Uma vez contraído, o vírus fica incubado por um período de 5 a 21 dias. Os sintomas incluem febre, mal-estar, dores, linfonodos inchados, fadiga e calafrios, além das características erupções cutâneas.

Os sintomas da varíola do macaco incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas e gânglios linfáticos inchados. Uma erupção cutânea geralmente aparece 3 á 5 dias após o início dos sintomas e pode se espalhar do rosto para o tronco e extremidades.

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Na América do Sul, a primeira suspeita foi registrada no domingo (23/5) na Argentina. Segundo o Ministério da Saúde local, o paciente é um morador da província de Buenos Aires, que se encontra em um bom estado, está em isolamento e recebendo tratamento para os sintomas. O Reino Unido tem nove casos confirmados, principalmente em Londres.

Portugal tem 14 casos confirmados e 20 suspeitos, enquanto Espanha tem sete casos confirmados e 24 suspeitos. A Itália tem dois casos suspeitos, enquanto a Bélgica tem dois casos suspeitos e um confirmado. França e Suécia têm um caso confirmado cada e Argentina mais um confirmado, sendo este um brasileiro.

Os EUA têm um caso confirmado e um suspeito. O Canadá tem um caso confirmado e 21 suspeitos. A Austrália tem um caso confirmado e um suspeito.

Varíola dos macacos pode chegar ao Brasil em pouco tempo.

O Brasil não tem registro da doença ainda, mas o vírus foi identificado em um brasileiro de 26 anos na Alemanha, vindo de Portugal, após passar pela Espanha.

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