EUROPEUS PREOCUPADOS

“Carta Aberta” de países europeus protestam contra política ambiental brasileira

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No dia em que a destruição do Pantanal pelas queimadas chegou a quase 3 milhões de hectares (equivalente à área da Bélgica), oito países europeus enviaram nesta quarta-feira (16) uma “Carta Aberta” ao vice-presidente brasileiro, general Hamilton Mourão, para protestar contra a política ambiental brasileira.

Os países afirmam que nos últimos anos o desmatamento aumentou no Brasil em ritmo alarmante e que estão “profundamente preocupados” com os efeitos dessa destruição para o desenvolvimento sustentável do país.

A carta foi enviada pelos países que participam da declaração de Amsterdã, uma parceria entre nações para promover sustentabilidade e cadeias de produção de commodities que não cause a destruição de florestas. Participam Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Dinamarca, Noruega, Países Baixos e Bélgica.

Diz na carta:

Durante muito tempo o Brasil liderou a redução do desmatamento na Amazônia através do estabelecimento de instituições científicas independentes que garantem monitoramento rigoroso e transparente, de agências de controle competentes e do reconhecimento de territórios indígenas. Nos últimos anos, no entanto, o desmatamento tem crescido em ritmo alarmante, como foi documentado pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

No passado, o Brasil demonstrou ser capaz de expandir sua produção agrícola e, ao mesmo tempo, reduzir o desflorestamento”, diz um trecho da carta.

“Os países que se reúnem através da Parceria das Declarações de Amsterdã contam com um compromisso político firme e renovado por parte do governo brasileiro para reduzir o desflorestamento e esperam que isso se reflita em ações reais imediatas, continua.

Na Europa, há um interesse legítimo no sentido de que os produtos e alimentos sejam produzidos de forma justa, ambientalmente adequada e sustentável. Como resposta a isso, agentes comerciais, como fornecedores, negociantes e investidores, vêm refletindo cada vez mais esse interesse em suas estratégias corporativas, diz a carta.

A carta é assinada nominalmente pelos ministros alemães Julia Klöckner, da Agricultura e Proteção do Consumidor e Gerd Müller, da Cooperação Econômica e do Desenvolvimento. Julia Klöckner se posicionou recentemente contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, citando o desmatamento da Amazônia como motivo. Ela vem sendo apontada pela imprensa alemã como uma forte candidata à sucessão de Angela Merkel.

Ainda na carta, os governos citam o êxito de medidas de combate e controle de prevenção ao desmatamento e citam nominalmente o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desflorestamento na Amazônia Legal (conhecido pela sigla PPCDAM e executado na gestão da ex-ministra Marina Silva no Meio Ambiente), o Código Florestal e a moratória da soja.

Entretanto, nos últimos anos, o desflorestamento aumentou em taxas alarmantes, recentemente documentadas pelo INPE. Sem dúvida, isso confirma a importância fundamental de garantir que os órgãos governamentais nacionais possuam a capacidade adequada para monitorar essas tendências e aplicar as devidas leis. Estamos extremamente preocupados com essa tendência e seus efeitos negativos, dentre outros, sobre as opções de desenvolvimento sustentável no Brasil, as opções de subsistência de povos indígenas e comunidades locais, bem como sobre as florestas primárias e a biodiversidade dentro e fora das florestas”.

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Lucimar alcança alto índice de aprovação ao final de seu período no comando do município

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Pesquisa realizada pelo Instituo Gazeta Dados, aponta que a gestão da Prefeita do Município de Várzea Grande, a Democrata (DEM), Lucimar Sacres de Campos, foi aprovada por 79% da população da Cidade Industrial. Dos entrevistados, apenas 14% não aprovam e 7% não sabem ou não quiseram opinar.

O Instituto Gazeta Dados ouviu 800 pessoas várzea-grandenses entre os dias 10 e 12 de outubro. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o Número – MT-06855/2020.

A pesquisa aponta ainda que a administração da Prefeita Lucimar Campos atende as expectativas dos moradores do município em todas as áreas, alcançando ótimos índices de aprovação, principalmente na Educação, Saúde, Infraestrutura e Social.

Sobre a qualidade da gestão de Lucimar Campos, 62% dos várzea-grandenses entrevistados a consideram positivas, 50% a classificaram como boa e 12% como ótima. Outros 26% opinaram como regular a administração. Apenas 9% dos pesquisados afirmaram achar a gestão negativa, sendo 4% considerando ruim e 5% péssima.

Não souberam ou não quiseram responder, representaram 3% dos entrevistados.

Lucimar Sacre de Campos, nos últimos meses de sua gestão, vem entregando obras na cidade. Ela assegura que, ao final de seu mandato, mais de 88% das Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) estarão construídas reformadas, melhoradas e revitalizadas. A prefeitura está revitalizando 75 escolas da rede municipal durante a gestão, de um total de 85 unidades.

Além disso, o município finalizou o segundo quadrimestre de 2020 com superávit da ordem de R$ 100 milhões. Quanto às obras, a Prefeitura entregou 13 praças construídas ou reformadas, ultrapassando 200 equipamentos em toda a gestão.

O município de Várzea Grande na Saúde investiu no segundo quadrimestre deste ano de maio a agosto, R$ 55,3 milhões, dos quais R$ 21,5 milhões ou 38,95% são de recursos próprios do Tesouro Municipal, mantendo elevados os repasses para o setor considerado um dos prioritários da atual administração.

Em 4 meses, os recursos de R$ 7,6 milhões foram exclusivos para combater a Pandemia da Covid-19, mas parte acabou sendo devolvida ao Ministério da Saúde por ter sido encaminhada de forma incorreta e sem a regularidade necessária.

Nosso objetivo é e sempre foi trabalhar muito para melhorar o município, e se Deus quiser vamos fazer e ainda mais e terminar com uma boa administração”.

Lucimar Campos ainda disse que o objetivo agora, é trabalhar em prol do povo de Várzea Grande, terminar o que começou e entregar as obras prometidas para a população.

Embora a situação não seja das melhores onde o país vive momentos delicados de sua economia e também da Pandemia, nosso objetivo é trabalhar muito para melhorar o município e se Deus quiser vamos terminar nossa administração com a aprovação da maioria, afirmou.

Os gestores passam, e as pessoas ficam. Sendo assim, precisamos de pessoas mais capacitadas e dispostas a fazer uma gestão mais humanizada, baseada em desempenhos e com a maior transparência possível. É necessário competência, confiança e um gestor mais envolvido com as reais necessidades de um todo do município. Governar para todos! Nossa gente foi esquecida no passado e as poucas obras realizadas não tiveram o envolvimento dos munícipes. São eles quem pagam os impostos, e este impostos deveriam ser revertidos em serviços para a comunidade, toda a nossa comunidade e não somente alguns privilegiados. Precisamos pensar para frente, a nossa cidade pode mais e necessitamos de gestores visionários, profissionais e sérios. Gestores que pensam, de fato, nas pessoas. Finalizou a Democrata Lucimar Sacre de Campos.

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