ESPERANÇA E RESPEITO

“Bazar do Bem” será realizado no Buffet Cravo e Canela, em Várzea Grande

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Um encontro marcou a união de mulheres que são referência em Várzea Grande em prol do “Lar dos Idosos São Vicente de Paula“, instituição administradas pelos Vicentinos. Um chá, reuniu empresárias, advogadas, médicas, políticas e chefes de família.

Na pauta, o lançamento oficial do Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras, o GAAT, que será coordenado voluntariamente pela primeira-dama de Várzea Grande e Promotora de Justiça, Kika Dorilêo Baracat, e, o lançamento oficial de sua primeira ação: o Bazar do Bem, marcado para ocorrer dias 01 e 02 de dezembro, no Buffet Cravo e Canela.

Uma ponte entre corações generosos e entidades que precisem de apoio”, definiu a primeira-dama, Kika Dorilêo Baracat, sobre o objetivo do Gabinete de Apoio às Ações Transformadoras, o GAAT.

Logo que eu comecei a me inteirar do social da cidade eu percebi que existem inúmeros projetos já em andamento, eficientes e que atendem as realidades locais de cada bairro e não precisávamos trazer novos projetos e sim apoiar e dar suporte aos que já existem. O GAAT vai funcionar com trabalho voluntário, inclusive o meu. Vamos em busca de parceiros para doações e em busca de associações, coletivos e entidades do terceiro setor que já existam aqui em Várzea Grande e precisem de apoio”, detalhou Kika Baracat.

Sobre a realização do Bazar do Bem, cuja renda será destinada para oLar dos Idosos São Vicente de Paula, onde residem 64 pessoas entre homens e mulheres e conta com 44 funcionários, a primeira-dama pontuou que a sociedade abraçou a causa.

Estou muito feliz porque a receptividade dos munícipes foi imensa, me surpreendi com o número de doações. Já na primeira semana nós tínhamos mais de mil peças doadas. A ideia foi muito bem acolhida, e fico feliz porque o abrigo de idosos ‘São Vicente de Paula’ trata muito bem esses idosos e eles merecem que a sociedade os acolha, e graças a Deus e a sociedade várzea-grandense, essas mulheres maravilhosas que estão aqui hoje abraçaram o lar”.

Vale destacar que o Chá de apresentação do Bazar do Bem e dos projetos sociais apoiados pelo GAAT-VG, foi uma promoção do jornalista Fernando Baracat e da mãe do prefeito Kalil Baracat, Cleonice Damiana de Campos Sarat.

Esse chá foi um presente da minha sogra e do Fernando Baracat que é tio do meu esposo, para apresentar o GAAT-VG à sociedade várzea-grandense, conhecer parceiros e também conseguir arregimentar voluntários. Nós temos muitos planos e tenho muita fé de que vai correr tudo bem”, acrescentou a primeira-dama.

Cleonice Damiana de Campos Sarat, mãe do prefeito Kalil Baracat, usou a palavra gratidão para definir o apoio e a ajuda que as mulheres, servidores públicos e empresas várzea-grandenses estão dispensando para o Bazar do Bem.

Essa ação em prol do Lar dos Idosos é uma ação necessária, é humanitária. Kika tem carisma, competência, e, quando ela pega algo para fazer, abraça com garra e determinação. Só temos a agradecer a todos que estão nos ajudando e apoiando. Gratidão a todos”.

Realizamos esse chá para aglutinar colaboradores, chamar a sociedade várzea-grandense produtiva, a classe empresarial feminina, para se engajar nesse movimento que a primeira-dama Kika Dorilêo Baracat está empreendendo a partir desta gestão. Ela tem essa necessidade de estar junto com as pessoas, conhecer cada um, porque é isso que forma uma corrente de solidariedade com toda a sociedade e toda a cidade. Kika chegou no momento certo, na hora certa, e com um apelo muito forte que é cuidar do próximo e ela tem essa competência que não é só da mulher profissional, da promotora de justiça, mas também como mãe, mulher, amiga, filha e companheira”, declarou o jornalista Fernando Baracat.

Mais de três mil peças de roupas, acessórios e artigos para decoração, novos e usados, já foram recebidos e estão sendo preparados para a realização do Bazar do Bem nos dias 01 e 02 no Buffet Cravo e Canela, em Várzea Grande.

As doações podem ser feitas na Secretaria de Assistência Social e na sede da Prefeitura Municipal. Ou basta ligar para o número (65) 9991.3501 e agendar a coleta de peças para doação.

ABRAÇARAM A CAUSA

A proprietária da Patchwork Boutique, empresária Rosane Pinheiro Ito, atuante há 27 anos em Várzea Grande, abraçou a causa e doou peças novas para a ação.

Essa é uma integração da sociedade para pessoas que não precisam somente de bens materiais, mas principalmente, atenção e carinho. Na verdade, ao fazer essas doações estamos doando afeto a esses idosos. Vale a pena participar”, declarou.

As vereadoras por Várzea Grande Rosy Prado e professora Eucáris Arruda, também vestiram a camisa do Bazar do Bem.

Uma ação que visa o social e quem ganha é o munícipe. Essa preocupação social é fundamental para melhorarmos a vida das pessoas, principalmente com esses dois últimos anos a população sofreu muito com a pandemia. O prefeito Kalil Baracat e a primeira-dama Kika Dorilêo Baracat, estão de parabéns”, disse Rosy Prado.

Ficamos felizes quando temos ações como esta que tem o social como objetivo. Nós que pensamos em políticas públicas para quem mais precisa temos que ajudar a primeira-dama. Estamos aqui para apoiá-la e ajudá-la a colocar em prática, buscar parcerias e solidarizar com os projetos sociais”, vereadora Eucáris Arruda.

Fazer o social por Várzea Grande da forma com que a Kika está colocando, aproximando toda a sociedade de instituições que já existem, já desenvolvem um belo trabalho e que precisam de apoio, a exemplo do Lar dos Idosos é ideal. Ela está promovendo a união de mulheres fortes em prol da sociedade. Atender o social e ter essa sonoridade entre mulheres apoiando é excepcional”, pontuou Flavia Moretti, presidente da OAB subseção de Várzea Grande.

Teté Bezerra, política e presidente da Fundação Ulisses Guimarães pontuou que já teve a oportunidade de ser esposa de governador, de prefeito e sabe o que significa esse trabalho de doação e entrega que a primeria-dama Kika Dorilêo Baracat está desenvolvendo com a sua cidade, com o seu povo.

A Kika tem todas as qualidades de uma mulher sensível, que tem essa vocação de atender aqueles que efetivamente precisam de ajuda. Esse é o papel do poder público, é fazer com que as políticas públicas do município possam ir ao encontro das grandes desigualdades sociais que existem. Ainda estamos passando por momentos difíceis como a fome, o desemprego, e, principalmente para as mulheres chefes de família e os idosos que precisam do poder público, esse olhar diferenciado”.

Cassira Vuolo, secretária de assuntos institucionais do Tribunal de Contas do Estado lembrou que é importante a sociedade aprender que o coletivo sobrepõe sempre o individual.

Parabenizo a primeira-dama e todos que estão envolvidos nesse Bazar do Bem que busca trazer melhorias para os idosos, que são aquelas pessoas que já ajudaram a construir a história de Várzea Grande, já deram a sua contribuição e merecem ter no final de seus dias um acolhimento e uma qualidade de vida tão digna quanto eles deram para nós sustentando a nossa sociedade e prestando serviços para a nossa Várzea Grande”.

A médica e empresária Natasha Slhessarenko destacou que iniciativas como a da primeira–dama Kika Dorilêo Baracat, mostram que ainda vale a pena insistir em fazer o bem ao próximo.

Ela nos mostra que é possível fazer um país mais justo, que após dois anos de pandemia com tanto desemprego, a gente pode colaborar com o próximo”.

Digna de nossos aplausos. Eu enquanto várzea-grandense fico extremamente feliz em saber que a nossa primeira-dama quer investir em ações que vão valorizar e ajudar projetos que já existem no município. O dinheiro que será arrecadado com o Bazar do Bem será muito bem-vindo para as ações que já existem no município”, declarou a defensora pública Tânia Matos.

A chefe de cozinha Jucilene do Nascimento e a empresária de Buffet Ariete Pacheco, também abraçaram a causa dispondo do seu talento e profissão.

Muito bom saber que pudemos contribuir com nosso trabalho, trazendo a gastronomia para esse evento que vai beneficiar muitos que precisam. Fica aí a dica, às vezes não podemos doar, mas podemos nos doar pelo social”, declarou Ariete Pacheco.

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51 milhões de pessoas viveram abaixo da linha da pobreza

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A pobreza e a extrema pobreza continuam, ano após ano, a ser uma grande marca na sociedade brasileira. As características e a distribuição da população em situação de pobreza e extrema pobreza chamam a atenção.

A pobreza e a extrema pobreza têm efei-tos terríveis para a dignidade das pessoas e, no caso de crianças e adolescentes, trazem consequências irreparáveis. A situação compromete irreversivelmente seu desenvolvimento, condenando-os ao estado perpétuo de vulnerabilidade. Crianças criadas em um ambiente de privação e violência não conseguem crescer, estudar e trabalhar, o que dificulta que se tornem adultos independentes, perpetuando o ciclo de pobreza.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que, mesmo com programas de transferência de renda como o Auxílio Emergencial e outros promovidos por estados e municípios, quase 51 milhões de pessoas viveram na linha abaixo da pobreza em 2020, primeiro ano da pandemia. Ou seja, um em cada quatro brasileiros sobreviveu com menos de R$ 450 reais mensais no ano passado.

Se foi ruim com os recursos públicos adicionais, pior seria sem esses programas sociais. Segundo o IBGE, sem eles, o total de pessoas abaixo da linha da pobreza teria saltado de 50,953 milhões (24,1% dos brasileiros) para 67,729 milhões (32,1% da população). Em 2019, antes da Covid-19 e da concessão desses auxílios, 25,9% das pessoas viviam nessa condição no país.

Ainda de acordo com a pesquisa, sem os auxílios decorrentes da pandemia, os 21 milhões de brasileiros mais pobres teriam sobrevivido com R$ 13 por mês. Com os benefícios públicos, essa parcela da população ficou, em média, com R$ 128 por mês. Ou R$ 4,27 por dia. Esse grupo havia recebido, em média, R$ 111 mensais em 2019.

O IBGE também mostra outro dado dramático da realidade brasileira: mesmo com os auxílios emergenciais, 12,046 milhões de pessoas (5,7% da população) viveram abaixo da linha de miséria em 2020. O número de miseráveis teria mais que dobrado sem os benefícios concedidos pelo poder público no ano passado, alcançando 27,313 milhões de pessoas, ou 12,9% dos brasileiros.

Para a Organização das Nações Unidas (ONU) e o Banco Mundial, vive na miséria quem tem renda familiar per capita inferior a R$ 155 por pessoa. Com a pandemia, o nível de ocupação no Brasil atingiu menor média histórica, apenas 51%. O indicador revela as desigualdades raciais e de gênero no Brasil.

Segundo o IBGE, a população ocupada branca teve, em média, rendimento de R$ 3.056 ano passado. Um valor 73,3% superior à média de R$ 1.764 de rendimentos da população preta ou parda. Para os homens, o rendimento médio, de R$ 2.608, foi 28,1% maior do que o das mulheres, que ficou em R$ 2.037.

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