AJUDA EM BOA HORA

17 hospitais filantrópicos de Mato Grosso recebem ajuda emergencial

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Hospitais filantrópicos de Mato Grosso receberam nesta sexta-feira, 22, a primeira parceira de auxílio financeiro emergencial para ação coordenada no combate à “Pandemia da Covid-19“.

Os recursos, segundo informou o Senador do Partido Liberal pelo Estado de Mato Grosso (PL/MT), Wellington Antonio Fagundes, serão distribuídos para 17 unidades sem fins lucrativos, que participam de forma complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) em 14 municípios do Estado. Expectativa é de que a segunda parcela seja disponibilizada em uma semana

Líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, Fagundes lamentou a demora entre a aprovação do projeto e a liberação dos recursos e que, segundo ele, exigiu ações de cobrança constante junto ao Governo. O Projeto de Lei que deu origem ao auxílio emergencial havia sido aprovado no Senado no dia 31 de março e 19 de abril pela Câmara. Porém, só foi sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 4 de maio

Esperamos agora, com a liberação, que os hospitais e santas casas possam trabalhar de forma articulada com o Ministério da Saúde e os gestores do SUS para oferecer mais serviços, principalmente leitos de terapia intensiva“, frisou.

Ao todo, foram assegurados R$ 2 bilhões de ajuda aos filantrópicos de todo país.

Em Cuiabá, receberam a ajuda emergencial o Hospital Santa Helena (R$ 256.884,17), Hospital de Câncer de Mato Grosso (R$ 136.879,89) e Hospital Geral (R$ 386.263,80).

Em Rondonópolis, terão recursos a Casa de Saúde Paulo de Tarso (R$ 153.755,49) e Santa Casa de Rondonópolis (R$ 982.063,42).

Também foram beneficiadas unidades em Cáceres, Campo Novo dos Parecis, Diamantino, Dom Aquino, Lucas do Rio Verde, Vila Bela, Nova Mutum, Poconé, Pontes e Lacerda, Rosário Oeste, Sinop e Sorriso.

De acordo com a portaria do Ministério da Saúde, a segunda parcela da ajuda deverá ser liberada dentro de mais uma semana e o critério de distribuição será será com base na análise da evolução da pandemia no País, utilizando-se como critério de rateio dos recursos os indicadores que evidenciem a situação epidemiológica.

Os recursos transferidos às entidades beneficiadas, ainda de acordo com a portaria do MS, deverão ser aplicados, obrigatoriamente, na aquisição de medicamentos, suprimentos, insumos e produtos hospitalares para o atendimento adequado à população.

Também poderão ser usados na aquisição de equipamentos e na realização de pequenas reformas e adaptações físicas para aumento da oferta de leitos de terapia intensiva, bem como no respaldo ao aumento de gastos que as entidades terão com a definição de protocolos assistenciais específicos para enfrentar a Pandemia da Covid-19 e, ainda, com a contratação e o pagamento dos profissionais de saúde necessários para atender à demanda adicional.

Do recebimento do auxílio financeiro independe da eventual existência de débitos ou da situação de adimplência das instituições filantrópicas e sem fins lucrativos em relação a tributos e contribuições na data do crédito pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS).

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Brasil é o país com maior número de recuperados

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O Brasil se tornou o país do mundo com mais recuperados após infecções pelo novo “Coronavírus“, segundo o painel atualizado em tempo real pela universidade americana Johns Hopkins. O vírus é o causador da “Covid-19“.

A contagem mundial mostra números bastante diferente, onde aparece o Brasil à frente dos Estados Unidos no ranking de recuperados, com 1.185.596 pacientes que já eliminaram o vírus, ante 963.412 registrados em território americano.

No entanto, de acordo com os dados mais recentes do Ministério da Saúde, divulgados nesta ultima sexta-feira (10), o país acumula 1.804.338 de casos confirmados assim como 70.524 mortes pelo novo coronavírus.

A lista das nações com maiores registros de pacientes em alta, após terem testado positivo, segue com Rússia (497.446) e Índia (515.385). Ao todo, o mundo soma no momento 4.807.504 pessoas recuperadas do novo coronavírus, entre casos confirmados, segundo o painel em tempo real da Johns Hopkins.

Os números compilados pela Johns Hopkins são atualizados várias vezes no mesmo dia. Segundo a universidade, os dados vêm de fontes como a Organização Mundial da Saúde (OMS ) e autoridades de Saúde de diferentes países.

Divergências na contagem de recuperados dos EUA

A Johns Hopkins é uma das poucas instituições que conta nacionalmente o número de recuperados nos Estados Unidos e há registros divergentes para esse dado. O site World Meter, que também atualiza dados sobre o vírus em tempo real com levantamento de diversas fontes, dá um número bem diferente de recuperados: 1.040.608 nos EUA e 649.908 no Brasil.

Não há informações sobre o total de recuperados por país no painel em tempo real da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do CDC, órgão do governo americano que divulga dados sobre a doença.

Douglas Donovan, porta-voz da Johns Hopkins, comentou a falta uniformidade nos dados americanos sobre recuperações, que não são considerados prioritários pelo CDC. Segundo especialistas, esses números podem ser imprecisos.

Não existe um método uniforme para relatar recuperações nos Estados Unidos. Se isso mudar, o painel refletirá esses números de acordo“, disse Donovan.

Ele reconheceu que contagens de recuperados são feitas com estimativas em nível de país com base em relatórios da mídia local e podem ser substancialmente inferiores ao número real“.

Mundo caminha para 13 milhões de casos e 600 mil mortes

O painel atualizado em tempo real pela universidade Johns Hopkins mostra que o mundo caminha para atingir as marcas de 13 milhões de casos e 600 mil mortes nos próximos dias.

No momento, já foram registradas 12.507.849 casos confirmados em todo o planeta, segundo a Johns Hopkins. Os Estados Unidos lideram essa estatística (com cerca de 3.238.219 milhões de casos), seguidos pelo Brasil (1.804.338), Rússia (720.547) e Índia (820.916).

Até aqui, foram contabilizadas 560.460 mortes relacionadas ao vírus. Os países com mais óbitos são, na ordem, os Estados Unidos (cerca de 135.953 mil), seguidos pelo Brasil (70.524 mil), Reino Unido (44.650 mil) e Itália (34.938 mil).

Em todo o mundo, autoridades de Saúde acreditam haver uma considerável subnotificação em relação aos casos e óbitos registrados em decorrência do vírus, considerado uma pandemia desde março pela OMS.

No Brasil

Veja como o número de novas mortes tem variado nas últimas duas semanas:

Subindo: PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, MT, TO, PI
Em estabilidade: ES, SP, AM, AL, BA, CE, MA, PB, RN, SE, RR, RO
Em queda: RJ, AC, AP, PA, PE

Sul

PR: +84%
RS: +85%
SC: +24%

Sudeste

ES: 0%
MG: 60%
RJ: -19%
SP: -1%

Centro-Oeste

DF: +61%
GO: +74%
MS: +56%
MT: +31%

Norte

AC: -44%
AM: -1%
AP: -40%
PA: -22%
RO: -14%
RR: -3%
TO: +42%

Nordeste

AL: +5%
BA: +10%
CE: 0%
MA: -8%
PB: +9%
PE: -26%
PI: +18%
RN: -10%
SE: +6%

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