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Noite de premiação é noite de festa

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Autor: Sávio Pereira –

Sabemos que a pandemia ainda não acabou, porém com a redução dos casos e das mortes por Covid-19 com o avanço da vacinação, nos abre uma ‘brecha’ para senão voltarmos a normalidade das noites de festas glamorosas podemos ao menos fazer um evento adaptado seguindo todas as normas de segurança exigidas como o distanciamento de mesas para se comemorar o Prêmio Qualidade Brasil.

Acho sim que temos direito de reunir os amigos, talvez a hora do abraço apertado ainda não chegou, mas do encostar de dedos com um cumprimento cheio de carinho já está valendo.

E não há como não unir o útil ao agradável rever os amigos em ritmo de festa. Alguns não mais que nos foram arrancados pela pandemia. Outros não tão alegres pelas pessoas de sua família que foram levadas pela Covid-19. Mas estamos vivos e sobrevivemos.

E nesse cenário, os premiados da noite então são os verdadeiros vencedores. Que viram na dificuldade uma oportunidade de inovar o seu negócio e se manter no mercado de negócios.

Seja criando produtos novos, como pacotes promocionais ou ainda abrindo novos negócios, novas trajetórias de trabalho e por isso vão participar do Prêmio Qualidade Brasil que está em sua 9ª edição.

Com certeza essa edição será diferente de todas. Pelo adiamento da 41° edição do Prêmio em São Paulo ficou confirmado que Cuiabá vai sediar a edição nacional. Está previsto a entrega de 5 certificações com presença de uns 40 convidados ilustres vindos de outros estados para abrilhantar ainda mais a nossa festa.

  • Sávio Pereira é apresentador televisivo e coordenador geral do Prêmio Qualidade Brasil em Cuiabá
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A primeira consulta ao ginecologista

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Autora: Giovana Fortunato –

Ir ao ginecologista regularmente é um dos cuidados essenciais para a saúde de mulheres de praticamente todas as idades, pois ajuda a detectar doenças e evitar problemas futuros. Mas você sabe com que idade uma menina deve ir na primeira consulta ao ginecologista?

O ideal é que a partir dos 9 aos 12 anos a menina já tenha uma consulta com o ginecologista ou com a ginecologista da mãe. Por quê? Porque logo ela vai menstruar. Então essa consulta serve como uma orientação sobre esse período que está para chegar com sua primeira menstruação.

A partir deste momento a menina se torna fértil, ou seja, torna-se capaz de engravidar e ter um bebê. Por isso deve aprender sobre o funcionamento de seu corpo, como é a ovulação, como são as cólicas menstruais, como se prevenir de uma gravidez indesejada e como se cuidar para não contrair doenças sexualmente transmissíveis, entre elas o HPV, HIV entre outras.

A ideia de que uma menina vá começar, em algum momento de sua história, a ter vida sexual ativa é algo que assusta muitos pais. Por isso, adiam a primeira visita ao ginecologista. Porém, mesmo sem uma vida sexual ativa, a menina deve ter um acompanhamento especializado com um médico ginecologista. É normal a adolescente sentir vergonha e pedir para ir ao especialista apenas quando está prestes a ter relações sexuais, mas o ideal é que a visita aconteça após a primeira menstruação.

Vale ressaltar que é muito importante que seja um médico de confiança. Sua filha precisa se sentir segura e confortável com o ginecologista.

A primeira consulta muitas vezes é apenas uma conversa para saber um pouco mais sobre a paciente: hábitos da rotina, problemas de saúde da infância, ciclo menstrual, se há histórico de doenças como câncer de mama na família, entre outras.

O exame preventivo ginecológico no primeiro encontro com o ginecologista é bem simples e vai depender do histórico de cada menina.

Quando a menina iniciou a sua vida sexual é importante que ela vá pelo menos uma vez ao ano ao seu ginecologista para fazer um exame preventivo, para ver como está sua saúde em geral.

O principal deles é o Papanicolau, que é um rastreamento de câncer de colo, além do exame das mamas. Também é importante avaliar fazer um ultrassom transvaginal, ou ultrassom pélvico para ver como é que está o útero, o ovário. Ou seja, para fazer um check-up ginecológico.

Endometriose

Quando surge na adolescência, a endometriose é de difícil diagnóstico, pois muitos dos sintomas como as cólicas frequentes, podem ser confundidos com problemas intestinais ou serem considerados normais da fase de vida da adolescente.

Muitas meninas que tem endometriose ainda não entraram na idade reprodutiva e não iniciaram sua vida sexual, portanto, não apresentam sintomas da doença que se manifestam nessa fase como dor durante as relações sexuais e dificuldade para engravidar, o que pode dificultar ainda mais o diagnóstico. Estudos comprovam que é importante realizar uma investigação adequada, já que entre o início dos sintomas e a confirmação da doença em adolescentes pode decorrer até 12 anos, tempo suficiente para comprometer a fertilidade da paciente.

Se a sua filha está na puberdade ou menstruou recentemente, marque uma consulta com o ginecologista, especialista indicado para orientar as adolescentes nessa fase de mudanças no copo e muitas dúvidas sobre a saúde da mulher.

  • Giovana Fortunato é ginecologista e obstetra, especialista em endometriose e infertilidade, professora da UFMT, coordenadora de Residência no HUJM.
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