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Maria Carolina Avis: – A TV está acabando ou nós precisamos de mais conhecimento em marketing?

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A TV está acabando ou nós precisamos de mais conhecimento em marketing?

Autora: Maria Carolina Avis

Há um tempo atrás, estudiosos acreditavam que seria difícil manter nas pessoas o hábito de ver televisão, já que seria difícil competir com a internet. Realmente, nunca se assistiu tanto conteúdo nas plataformas mobile como atualmente.

Mas quem disse que é preciso existir uma concorrência?

A concorrência é cada vez mais pelo tempo do usuário e menos sobre qual dispositivo é utilizado. As grandes empresas de tecnologia querem o nosso tempo, independentemente de qual ferramenta.

Um exemplo é o Big Brother Brasil 20, que nesta edição conta com youtubers, influencers e atores. O programa havia caído no desgosto do público, que já não tinha interesse em acompanhar as edições passadas. Agora, contudo, a Rede Globo acertou em utilizar a popularidade que a TV tem com os brasileiros em conjunto com a força da internet.

O reality show é assunto em todas as redes sociais, nas rádios e até mesmo em outros canais de TV. Seja em discussões analíticas, de comportamento ou sobre os famosos memes.

Embora por questões comportamentais alguns influenciadores tenham perdido um número altíssimo de seguidores, outros estão aumentando o seu número de fãs. Assim, vemos equipes de marketing dos influenciadores totalmente focadas em garantir uma boa imagem, criando ações que fazem o cruzamento de mídia entre TV e redes sociais.

Será que a TV vai acabar? A internet alimenta a TV? Ou o contrário? O fato é que precisamos entender sobre marketing e formas de nos adaptarmos à revolução digital que não está chegando, já chegou!

Maria Carolina Avis é professora de Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter.

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José Wenceslau de Souza Júnior: – Toda crise traz mudanças!

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                  Toda crise traz mudanças!

Autor: José Wenceslau de Souza Júnior

Em 2020, estamos vivendo um divisor de águas, pois a Covid-19 está fazendo todos se reinventarem, e consequentemente, o comércio também.

O comerciante deve preparar a loja para receber o cliente, e se atentar ao comportamento, já que ele está menos consumista, mais exigente e cuidadoso.

O cliente mudou a percepção sobre as marcas, em destaque estão as empresas que possuem boas ações, atendimento diferenciado, tanto na forma presencial, quanto on-line (WhatsApp, Chatboot, Instagram, Facebook, site e e-mail marketing).

O que consumir também entrou nas indagações do cliente, pois o supérfluo deixou o lugar para o essencial, desde a alimentação, viagens, cabeleireiro, vestuário, até móveis, eletrodomésticos e veículos.

Já para o comerciante, o desafio é se adequar às normas sanitárias e de distanciamento sem perder a qualidade no atendimento, manter o preço competitivo da loja física, em relação às lojas virtuais.

De acordo com pesquisa realizada por uma empresa especializada em inteligência de mercado, 51% dos consumidores brasileiros comprarão mais pela internet ou por aplicativos, sendo que 45% das compras realizadas nos últimos três meses foram feitas pela primeira vez, ou seja, até os mais receosos perderam o medo de utilizar o cartão de crédito no universo digital.

E o comércio, gerador de cerca de 66% da arrecadação do ICMS em Mato Grosso, e empregador de mais da metade dos trabalhadores com carteira assinada – precisa de atenção. Não me refiro apenas ao gestor do negócio, mas atenção do poder público.

Com o aumento das compras pela internet, o consumo nas lojas físicas já diminuiu, e uma readequação dos impostos deve ser feita, para evitar uma competição desigual entre lojas físicas x virtuais.

Por outro lado, há 40 anos atuando no comércio mato-grossense, já vivenciei outras crises e tenho certeza que vamos superar mais essa. O consumo retraído neste período de isolamento e recessão econômica, vai se estabilizar, talvez não na velocidade que desejamos, mas no último trimestre deste ano, os consumidores voltarão a realizar as compras – sem receios.

E mais uma vez ressalto, o comércio é importante para o desenvolvimento social, porque por trás de um CNPJ, existem muitos CPFs.

José Wenceslau de Souza Júnior, comerciante há mais de 40 anos e presidente da Fecomércio, Sesc e Senac em Mato Grosso.

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