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Maria Augusta Ribeiro: – Comparação nas redes sociais

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                      Comparação nas redes sociais

Autora: Maria Augusta Ribeiro

Entenda como o uso excessivo das redes sociais pode afetar sua vida

Nunca o ato ou efeito de comparar afetou tanto a saúde mental das pessoas. Em tempos de pandemia o que antes ficava evidente num sentimento de angustia agora passou para uma inquietação generalizada.

Com isso casos de ansiedade e depressão ficaram evidentes e o que antes era chamado de simples comparação nas redes agora era problema de saúde mental.

Mas é aí você acredita que a comparação nas redes sociais é prejudicial?

Antes do covid-19 estávamos tão acostumados a irrealidade das redes e o consumo excessivo de produtos que não conseguimos identificar o quanto nocivas elas podiam ser.

Algumas redes que tem tendência de forjar uma perfeição aonde não existe. Quantas vezes encontramos pessoas que eram uma coisa no post e outra na real.

Muita gente acredita que a tecnologia é a mae dos estragos da comparação, mas de fato a responsabilidade não é dela. Somos nós que devemos fazer a curadora das informações que recebemos todos os dias, seja ela pela rede social ou pela na vida real.

Segundo Alan Barros, escritor do livro Tenho depressão e agora? As redes sociais não são vilãs. Elas são ferramentas e todos danos gerados por ela vêm das pessoas”

Quem faz a comparação com o outro somos nós. É nesse ato que sentimos raiva, inveja, angustia ou insatisfação.

Sabendo que o diagnostico de quem tem depressão e ansiedade é feito somente pelo medico, devemos nos desconectar um pouco da vida digital e nos conectar a vida real para explorar o nosso melhor.

A melhor maneira de lidar com a comparação nas redes é se conectar a pessoas mais reais, produtos mais verdadeiros e empresas mais transparente, porque quem se compara, sofre.

Maria Augusta Ribeiro. É especialista em #Netnografia e Comportamento de consumo digital no Belicosa.com.br

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Qual o meu desconto para pagar as dívidas do FIES?

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Autora: Gisela Simona –

No finalzinho de dezembro de 2021 muita gente comemorou a Medida Provisória de n. 1.090/2021 que garante a regularização de débitos vencidos e não pagos do Fundo de Financiamento Estudantil – FIES, mas existem dúvidas sobre quem verdadeiramente será beneficiado com a medida e qual o percentual de desconto de cada um.

Vale o registro que o FIES é um programa do Governo Federal destinado a concessão de financiamento a estudantes regularmente matriculados em cursos superiores de universidades privadas, com avaliação positiva pelo MEC.

Assim, é importante saber que a medida beneficia alunos que aderiram ao FIES até o segundo semestre de 2017 e os benefícios significam descontos e até perdão dos juros e das multas, parcelamentos e abatimento no valor principal da dívida.

O maior desconto será para os estudantes com débitos vencidos e não pagos há mais de 360 dias, contados da publicação da MP n. 1.090 de 30/12/2021, que estejam no Cadastro Único de Programas Sociais – CadÚnico ou que tenham sido beneficiários do Auxílio Emergencial 2021, com desconto de 92% do valor consolidado da dívida, inclusive principal, por meio da liquidação integral do saldo devedor.

Na sequência será concedido um desconto de 86,5% para os estudantes com débitos vencidos e não pagos há mais de 360 dias, contados da publicação da MP n. 1.090 de 30/12/2021, que não estejam no CadÚnico ou que não tenham recebido o Auxílio Emergencial em 2021.

Também terão descontos os estudantes com débitos vencidos e não pagos há mais de 90 dias, contados da publicação da MP n. 1.090 de 30/12/2021, sendo esse desconto da totalidade dos encargos e 12% do valor principal, para pagamento à vista ou mediante parcelamento em até 150 parcelas mensais e sucessivas, com redução de 100% de juros e multas.

A Medida Provisória irá beneficiar cerca de um milhão de contratos, sendo 548 mil de inadimplentes inscritos no CadÚnico ou que tenham recebido o Auxílio Emergencial em 2021 e mais 524,7 mil contratos dos demais inadimplentes.

Referida medida está vigente desde sua publicação e para aderir à renegociação da dívida do Fies, o estudante terá que procurar os canais de atendimento agentes financeiros, ou seja, do banco que fez o seu respectivo financiamento.

Para saber mais sobre seus direitos nos siga nas redes sociais @giselasimonaoficial.

  • Gisela Simona é advogada, especialista em Direito do Consumidor.
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