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Enielma Nunes Guedes: – Terapia Integrativa

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                      Terapia Integrativa

Por: Enielma Nunes Guedes

Cuidar da saúde vai muito além dos exames de rotina feitos em laboratórios e clínicas médicas. Hoje em dia, cada vez mais pessoas usufruem das terapias integrativas em busca de equilíbrio emocional, físico e espiritual. Técnicas que cooperam para desfazer crenças limitantes que impactam na vida pessoal, profissional e afetiva nos impedindo até mesmo de sermos felizes.

Estou falando de técnicas milenares comprovadas pela ciência. Recursos terapêuticos baseados na visão do Holismo que tratam o ser-humano como um todo, considerando cada um de forma individual e complexa. Afinal de contas, todos somos seres formados por corpos físico, energético, emocional, mental, anímico e espiritual .

O Terapeuta Holístico trabalha com diagnóstico energético usando diversas técnicas e aplicações para descobrir distúrbios instalados nesses corpos. Assim, os procedimentos dissolvem bloqueios energéticos, mentais, físicos e espirituais que com o passar do tempo podem se transformar em doenças, por conta das frequências negativas geradas através de pensamentos, emoções e vibrações destrutivas, além de variados traumas emocionais. Sua função ímpar é harmonizar e reintegrar esses corpos na frequência positiva, com o despertar da consciência.

Técnicas como Acupuntura, PNL (Programação Neurolinguística), Barras de Access Consciousness, Exercícios de Respiração, ThetaHealing, entre outras, colaboram mundo a fora com indivíduos das mais diferentes características e fatores sociais a se livrarem de doenças como depressão, síndrome de pânico e fibromialgia. Auxiliam na eliminação de crenças limitantes que levam pessoas às tentativas de aborto e suicídio. Colaboram ainda, para dissolução de traumas provocados por abuso sexual, fobias, luto dentre outros.

E sabe qual o melhor disso tudo? Quando somos capazes de deixar pra trás o que precisa ser deixado escolhemos nos nutrir interiormente, permitindo ao nível elevado de consciência transformar a maneira de encararmos a vida, construindo com plenitude o que é nosso por herança e direito.

Se você sofre, não consegue se posicionar na família e no mundo e sente que está tudo errado, ganhe tempo: permita que as Terapias Holísticas cooperem com você para que consiga se reencontrar e viver bem.

Enielma Nunes Guedes é Terapeuta Holística especializada em Clínica de Dores na Coluna Vertebral e Traumas Emocionais. Atua em Cuiabá e na região Norte do Estado de Mato Grosso. ( 65) 99977- 1333 – [email protected]

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O Brasil dos Brasileiros não é o mesmo Brasil dos governantes

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Autor: José Antonio Puppio – 

Um dia desses, saí de casa e fui até o centro de São Paulo numa sapataria que faz sapatos especiais para o meu pé, só que eu tive que ir de carona, não posso dirigir porque estou usando uma sandália que não permite que eu dirija. Durante o trajeto fiquei em silêncio, no meu canto, observando a cidade que passava pela janela do carro. Vi a Juscelino Kubitschek com as grandezas de seus prédios, passei pela Brigadeiro Luiz Antônio e reparei como a cidade pulsa no seu ir e vim dos pedestres.

Quanto mais o carro chegava perto do centro da cidade, mais contrastes eu ia observando, até que o automóvel parou no farol vermelho e da janela observei um homem, ele tinha mais ou menos 35 anos, era alto e de cor negra. Enquanto esperava o sinal abrir vi o homem se aproximar de três latões grandes de lixo, ele tirou as tampas dos latões como se procurasse por alguma coisa, até que tirou de dentro de um algo parecido com um bloco, enfiou o dedo, tirou um pedaço de algo que não consigo descrever e comeu.

Aquela cena me gerou uma certa revolta, a situação vivida por aquele homem representa o último estágio da pobreza e isso me causou indignação porque me lembrou que tudo que está no planejamento dos comandantes do nosso país consiste no enriquecimento deles. A intenção dos nossos representantes é que a pobreza seja generalizada para assim ser perpetuada.

Tenho a impressão de que eles não medem o tamanho da pobreza da população, mas sim o tamanho do bolso deles, ou seja, cada vez mais eles pedem para seus alfaiates fazerem calças com bolso mais fundo para que possam receber mais propinas.

É fácil fazer as contas. Um exemplo disso é um deputado que trabalha por dois mandatos, cerca de oito anos, e aposenta com salário integral. Hoje, um cidadão comum não consegue se aposentar com salário integral. Eu, por exemplo, trabalhei por cerca de 35 anos e ao me aposentar recebia, inicialmente, cerca de R$ 4.500.

Porém, um colega de escola que prestou concurso e foi ser promotor público, ganha cerca de R$ 128 mil reais de aposentadoria. E ele só precisou trabalhar cerca de 20 anos. Isso é inaceitável. Existem professores, engenheiros, médicos que trabalham a vida toda e ao aposentar são obrigados a continuar trabalhando porque a aposentadoria de um profissional desse é em torno de R$: 5.000 e se ele parar de trabalhar e viver de aposentadoria, talvez não consiga nem comer um sanduiche.

Mas eu pergunto: por que essa situação não muda? A resposta é simples: porque eles não querem. Existem diversas propostas de reforma na câmara e no senado, elas estão lá há 20 anos e não são votadas. Elas retorcem e distorcem as reformas, mas eles não votam, porque se eles votarem elas podem piorar. Mas ela não vai piorar a vida do cidadão, ela vai piorar o bolso deles.

Eu já dei exemplo aqui que é necessário que haja vontade política, a vontade do povo por mais importante que seja, ela não faz diferença. É urgente alguém que faça um esforço e faça algo para o bem do Brasil e da pátria. Porque ultimamente eles só pensam no bolso deles.

E enquanto os responsáveis pelo Brasil continuarem a pensar no bolso do deputado, do senador ou do Ministro do Supremo Tribunal Federal, cenas como a descrita acima, onde um homem precisa revirar o lixo em uma das principais avenidas de São Paulo, serão comuns.

Por fim, não posso deixar de mencionar que começamos a fazer algo quando gritamos para o mundo que se roubar vai preso, porém, quando um ex-presidente condenado por corrupção é solto percebemos que não temos moral, não temos judiciário, pois todos que estão no poder são ladrões. Todos são repetitivos, sem moral.

Ao ver essa cena me dei conta que tenho 70 anos, e que já vi de tudo e que assistir ao Lula ser condenado e depois liberado, dá uma sensação de impotência e que nossos governantes nunca pensam no povo sofrido e no empresário extorquido. Aqui nós temos empresários que são extorquidos, temos um povo sofrido e sem nada. Precisamos tentar mudar isso nas próximas eleições, analisando com mais critérios em quem votamos.

José Antonio Puppio é empresário e autor do livro “Impossível é o que não se tentou”

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