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Dra Aline Dalavia: – Vamos falar do seu olhar!

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                 Vamos falar do seu olhar!

Autora: Dra Aline Dalavia

Recebo diariamente muitos pacientes com queixa de olhar cansado, entristecido, por vezes com excesso de pele na pálpebra superior, porem com receio de passar por uma cirurgia.

Foi então que iniciei a procura por uma forma de ajudá-los, por meio de procedimentos realizados em meu próprio consultório, e após muito pesquisar, consegui formular a minha técnica exclusiva de elevação das sobrancelhas com o uso da toxina botulínica.

A aplicação não é realizada em um ponto especifico, mas sim, em vários pontos da musculatura do terço superior da face, de modo que relaxem a musculatura que está “puxando” essa pálpebra para baixo.

Realizado sob anestesia local, o procedimento é praticamente indolor com duração em torno de 20 minutos, e o paciente começa a ver os efeitos a partir do dia após aplicação da toxina, e esses efeitos perduram de 3 a 5 meses.

A aplicação abre o olhar, eleva a cauda da sobrancelha e melhora a pálpebra caída, os resultados são lindos e naturais, uma excelente alternativa para os que não querem passar por procedimento invasivo.

Cuidar das sobrancelhas é primordial para a harmonização da face, se elas não estiverem lá, todo o visual e desenho do rosto perdem o sentido.

Além de destacar as expressões faciais, outra importância da sobrancelha é que ela valoriza muito a beleza de cada pessoa, refletindo a sua personalidade e valorizando a sua expressão facial.

E, para destacar a beleza do olhar, é importante que as sobrancelhas estejam bem posicionadas.

A dra. Aline Dalavia, é formada em medicina pela Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, e farmacêutica pela Universidade de Cuiabá – UNIC, e também é mentora do curso “Hands On de Toxina Butolínica”. https://draalinedalavia.com.br/ @dra.alinedalavia

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Gestor ou Psicólogo: O papel dos líderes na pós-pandemia

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Autora: Mariane Guerra –

Após um ano e meio de pandemia e com o avanço da vacinação, já é possível olhar em perspectiva as principais mudanças experimentadas pelas empresas e, também, listar processos e experiências que dificilmente retrocederão. Se por um lado foi extremamente desafiador para as companhias implementarem rotinas que viabilizassem a continuidade de suas operações, por outro foi igualmente estressante para os profissionais de RH liderarem todo este processo em um cenário cheio de incertezas.

E não chega a ser uma novidade para os gestores que as desigualdades existentes em nossa sociedade, como a distribuição por vezes injusta de responsabilidades no seio familiar entre homens e mulheres ou a falta de acesso a infraestrutura básica de comunicação em muitos bairros, mesmo nos grandes centros, impactam fortemente a performance do profissional no ambiente corporativo.

Contudo, ainda que exista uma conscientização muito maior dos líderes quanto à importância de atuar para mitigar estas situações – e verdade seja dita, existem iniciativas empresariais muito interessantes neste sentido -, é fato que ao se direcionar fisicamente ao trabalho as pessoas acabam centralizando estes problemas e tratando como questões particulares. Mas com muitos profissionais atuando em home office durante a pandemia, estas situações foram escancaradas e deixaram de ser uma questão particular do trabalhador ou do gestor de RH e precisaram ser enfrentadas pela alta liderança das companhias.

Neste cenário, adiciona-se questões trazidas pela própria pandemia, como o aumento da ansiedade e da depressão entre os trabalhadores. Para se ter uma ideia, um estudo realizado pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC), em dezembro, nos EUA, mostrou que 42% dos entrevistados afirmaram ter sintomas das enfermidades, o que significa um incremento de mais de 200% em relação à média de 2019. E no Brasil o cenário não é diferente, pois os dados de um levantamento realizado pela Universidade de São Paulo (USP), em onze países, mostrou que os brasileiros são os que mais tiveram casos de ansiedade (63%) e depressão (59%) durante a pandemia.

Assim, com este cenário precisando ser enfrentado pela alta liderança das empresas, a busca de soluções voltou-se novamente para os gestores de RH, que neste cenário acabou tendo a sua atuação confundida com a de um psicólogo. Mas apesar de parecer uma situação difícil ser superada pelas companhias, a solução é simples e se resume a uma palavra: Empatia.

Apesar dos avanços que observamos nos últimos anos no que diz respeito aos benefícios direcionados aos funcionários por parte das empresas, é fato que ainda existe uma certa resistência de alguns líderes – principalmente em corporações mais tradicionais – em implementar ações como, por exemplo, a possibilidade de flexibilizar o horário de entrada e saída dos colaboradores; ou a ampliação de programas voltados à saúde específica da mulher e a promoção da diversidade.

Por isso, a capacidade de exercitar a empatia é o ponto chave para que as empresas consigam superar tanto os desafios trazidos pela pandemia, quanto situações que já estavam postas antes deste período. Na área de gestão do capital humano não existe uma fórmula padrão, pois cada companhia tem suas peculiaridades, mas quando a alta liderança está comprometida em implementar programas e ações que extrapolam os muros da empresa e colaborem para a solução de um problema do funcionário todos saem ganhando. No cenário pós-pandemia, os líderes que resistirem em praticar a empatia, sem dúvida, estarão fadados ao fracasso.

  • Mariane Guerra é vice-presidente de Recursos Humanos da ADP na América Latina
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