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Denia Consultoria: – Comece por dentro

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                             Comece por dentro

Autora: Denia Consultoria

Já lhe ocorreu o seguinte: após discutir com alguém muito amado e desligar o telefone de modo enfurecido, vir em sua mente, de repente, soluções mágicas como: ir ao salão dar uma mudada no visual, sair com os amigos para beber e se divertir, ou quem sabe até marcar uma viagem para levantar o astral?

E o que geralmente acontece, é que antes de sair do salão, você já se arrependeu do corte, a noitada acaba virando um “chororô” sem fim, e na viagem nada parecia estar bom, pois você só conseguia falar da tal pessoa.

Esta divergência entre idealização e realidade é desencadeada, porque o segredo para a nossa felicidade tem que partir de dentro de nós e não o contrário.

Se após a briga você tivesse respirado fundo, ligado de volta e após uma conversa franca, os dois entrassem em comum acordo, provavelmente, você não repararia em seu cabelo, simplesmente, tomaria uma sopa quente, e viajaria para lindos sonhos ali mesmo, no seu quarto.

O processo de construção da “Marca Pessoal” não é diferente, pois ele precisa nascer de acordo com suas verdades e valores.

Entrar na internet para copiar um look que parece chick para o evento que você precisa ir, ou optar em atuar na área profissional que todo mundo parece estar ganhando dinheiro, pode até funcionar no início, mas em longo prazo, não se sustenta!

Porque quando lhe encontrarem na padaria, não irão reconhecê-lo, pois afinal você apenas se “montou” para a festa, não pensou na importância da sua imagem no contexto do seu dia a dia, e na primeira crise que tiver em sua nova profissão, terá que correr de novo para a internet, e pesquisar qual a “moda” do momento para ganhar dinheiro!

Para a composição de sua marca, além do autoconhecimento, não podemos nos esquecer do tempo…

O mundo está sendo guiado pelo imediatismo! Queremos tudo para ontem: A pipoca já foi para o micro-ondas, o suco está na caixinha, e “aí da internet”, se demorar mais de 10 segundos para enviar seus arquivos…

Esquecemos que a semente precisa de tempo para virar flor.

É bíblico, está em Eclesiastes:

Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou.

Nós da Dênia Consultoria de Imagem, acreditamos em pilares fundamentais para o desenvolvimento da “Você/SA”.

Primeiro, “comece por dentro”, pois em longo prazo só se sustenta a imagem que estiver alinhada aos seus valores e conteúdo.

Segundo, espere agir o tempo de amadurecimento da sua marca, no qual as pessoas poderão conhecer suas habilidades, e aqueles que fizerem parte do seu público-alvo irão se identificar e consequentemente, adquirir o seu produto ou serviço.

Terceiro, não deixe o pensamento tóxico fazer ninho em sua cabeça. Para isto, leia e assista conteúdos que possam agregar valores a sua marca, troque o pessimismo pela perseverança e exercite pensamentos edificantes. Assim, sugerimos que você guie todas as suas atitudes, desde a escolha do roteiro de uma viagem, até o seu planejamento pessoal, tendo como lema: “Comece por Dentro”, afinal a escolha certa é aquela coerente com Você!

Denia Consultoria – A equipe da é formada por Denia Alexandrina, consultora de imagem e marketing, há 40 anos no mercado; Fernanda Fae Figueiredo, que é fashion marketing; e Estela Fae de Barros que é psicóloga e especializada em marketing. Email: [email protected] / @deniaconsultoria

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Dra. Alessandra Paes Barreto Arraes: – COVID-19 e a possibilidade de reconhecimento da doença como ocupacional

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COVID-19 e a possibilidade de reconhecimento da doença como ocupacional

Autora: Dra. Alessandra Paes Barreto Arraes

Após a suspensão do artigo 29 da Medida Provisória 927/2020, feita pelo STF (Supremo Tribunal Federal), passaram a divulgar a informação de que a COVD-19 passou a ser considerada doença ocupacional. Entretanto, esse não foi o efeito trazido pela decisão.

O artigo 29 da referida medida disciplinava que os casos de contaminação não seriam caracterizados como ocupacionais, salvo prova do nexo causal (relação entre o acometimento pela doença e o trabalho). O texto impunha ônus excessivo ao trabalhador, vez que obrigava o empregado a comprovar, em qualquer situação, que a doença tinha sido adquirida no local de trabalho. Caso contrário, seria presumido que a enfermidade foi contraída fora do ambiente laboral.

A suspensão do artigo citado pelo STF não atribuiu automaticamente caráter ocupacional a todos os casos de contaminação pelo novo coronavírus. A alteração apenas restabelece a situação anterior prevista na legislação previdenciária (Lei 8.213/91) a respeito da caracterização da doença ocupacional.

De acordo com a redação do artigo 20 da lei, apenas nos casos ali determinados, constantes da listagem do anexo II do Decreto 3.048/1999, a doença será presumidamente considerada ocupacional, sendo desnecessária a comprovação do nexo causal.

Fora das hipóteses citadas nos incisos I e II do dispositivo, conforme o parágrafo segundo do mesmo artigo, apenas em casos excepcionais haverá a presunção do nexo de causalidade entre o trabalho realizado. Vale destacar que a doença que não consta na lista prevista no Decreto apontado.

Assim, em todos os demais casos, é necessária a comprovação do nexo causal para que se caracterize determinada doença como ocupacional.

De acordo com a lei, é possível apontar, ainda, que a doença endêmica (por se disseminar por toda uma região) não é considerada ocupacional, exceto se houver prova de que decorreu de exposição ou contato direto relacionado à natureza do trabalho.

Da análise das considerações acima, no que se refere à COVID-19, há a necessidade de se comprovar o nexo entre a contaminação e o trabalho para caracterizá-la como doença ocupacional, uma vez que a doença é nova e não está prevista na lista do decreto 3.048/99. O novo Coronavírus ainda pode ser analogicamente inserido no parágrafo primeiro, letra “d”, do artigo 20 comentado, que dispõe sobre doenças endêmicas.

Assim, para os trabalhadores em geral, será necessária a análise de cada caso. De qualquer modo, nessas situações, cabe ao empregador comprovar que adotou todas as medidas necessárias de proteção do ambiente de trabalho para afastar o nexo causal e ao empregado demonstrar que, a despeito das precauções da empresa, adquiriu a enfermidade no local.

Já para os trabalhadores que atuam em atividades que, pela sua natureza, são consideradas de alto grau de exposição, como os profissionais da saúde e coveiros, a situação é diferenciada. Para eles, é possível presumir o nexo causal, tendo em vista que as próprias condições especiais do trabalho expõem os profissionais ao contato direto com o vírus.

Dra. Alessandra Paes Barreto Arraes faz parte do quadro de especialistas do escritório Aparecido Inácio e Pereira Advogados Associados e é bacharela em Direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF), em 2012. Especialista em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Cândido Mendes (UCAM-RJ), em 2014, inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil sob o n° 428.020.

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