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Denia Consultoria: – Atrás de máquinas, precisa ter gente!

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          Atrás de máquinas, precisa ter gente!

Autora: Denia Consultoria

Uma pergunta recorrente que costumávamos ouvir, ao longo dos últimos 30 anos, era a seguinte:

Nossa, que sorte a de vocês, pois mesmo com a empresa localizando-se distante do centro comercial, suas clientes são constantes. Elas devem ser muito fiéis.

E a resposta que sempre dávamos era:

Não existe uma venda que possa ser colocada nos olhos de seus clientes para impedi-los de enxergar os seus concorrentes, mas existe uma experiência de consumo, baseada no acolhimento e na escuta, que pode contribuir para que seu cliente, mesmo visualizando um produto igual ao seu, escolha colocar a venda por si mesmo para poder comprar de você.

Uma vez que o online está deixando de ser um diferencial, e tornando-se quase que uma regra de consumo, talvez tenha chegado a hora do foco voltar-se não para o produto , que será oferecido ao meu público alvo, mas sim para a forma como o mesmo será disponibilizado.

E para que ocorra uma experiência satisfatória, acreditamos ser fundamental que:

Primeiramente, você e sua equipe tenham amor e entusiasmo pelo serviço ou produto que comercializam, pois isto desperta no consumidor interesse e confiança;

Depois, escutem e deem atenção às críticas e elogios, porque ambos impulsionam o aperfeiçoamento;

E após os passos acima, exercite a prática de colocar-se no lugar do cliente, pois possuímos a tendência de sermos mais rígidos com os outros, e mais benevolentes conosco.

Quer um exemplo? Um indivíduo vai a um restaurante e reclama do sal, do tempo de espera, e do preço. Chama o gerente, e registra sua insatisfação. Vai embora direto para seu consultório, e como estava almoçando, acabou atrasando em 1h o atendimento que o esperava…e seu paciente ficou furioso. Como esta pessoa ficou? Indignada com a falta de compreensão do referido paciente… E o dono do restaurante? O que será que pensou?

Nos dois casos, se ambos encarassem as críticas de modo construtivo, e se colocassem um no lugar do outro, certamente teriam clientes mais satisfeitos.

Com o desenvolvimento da tecnologia, as pessoas passaram a adquirir seus produtos com maior comodidade, sem sequer precisarem sair de suas casas.

A pandemia intensificou ainda mais este processo: A escola tornou-se virtual, os restaurantes, as festas, cultos e missas, e as profissões estão sendo remanejadas de um modo em geral, rumo ao atendimento online.

Mas seja online ou presencial, o destaque estará no atendimento!

Porque quando o sol voltar a brilhar, e as pessoas tiverem a oportunidade de saírem de suas casas, livres destas algemas psicológicas, que têm insistido em nos impedir de abraçar conhecidos na rua, fazer festa mesmo sem data para comemorar, e ver nossos filhos interagindo com colegas e professores na escola. Será que iremos permanecer com a mesma frequência sentados frente aos nossos computadores e smartphones, fazendo pedidos através de clicks, curtindo fotos e mandando emojis, enquanto postamos tbts?

Nós da Denia Consultoria acreditamos que o presencial possuirá ainda mais valor, quando puder ser disponibilizado em toda sua intensidade.

E aqueles que investirem em proporcionar um despertar de emoções e sensações ao seu público alvo, irão desenvolver um diferencial insubstituível.

De todo modo, pensamos que o segredo do consumo, estará em manter-se próximo de seu cliente: Seja de modo virtual ou presencial, pois de distanciamento, todos nós já estamos exaustos!

Para finalizar, tenham sempre em mente: Atrás de máquinas, precisa ter gente! Por isso, precisamos ter sabedoria para manusear a tecnologia sem perder os nossos corações!

A equipe Denia Consultoria é formada por Denia Alexandrina, consultora de imagem e marketing, há 40 anos no mercado; Fernanda Fae Figueiredo, que é fashion marketing; e Estela Fae de Barros que é psicóloga e especializada em marketing.

Email: [email protected] / @deniaconsultoria

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Dra. Elisabete Oliveira Bottolo: – Entenda como o Direito Público é impactado pela pandemia de COVID-19

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Entenda como o Direito Público é impactado pela pandemia de COVID-19

Autora: Dra. Elisabete Oliveira Bottolo

O setor público foi fortemente impactado pelo novo coronavírus. Em razão da pandemia COVID-19 houve a diminuição de atendimentos presenciais, motivada pela necessidade do distanciamento social. A situação somente aumentou a morosidade dos procedimentos administrativos dentro dos órgãos públicos. Se antes da atual crise instalada já existia uma demora exacerbada nas análises dos pedidos administrativos dos servidores públicos, tal tempo se acentuou.

É de conhecimento geral que os pedidos do cidadão comum à administração pública são demasiadamente demorados e burocráticos. Tal situação não difere na relação funcionário e empregador, quando o contratante é um ente público. Vale dizer que a omissão à resposta administrativa no prazo legal é um motivo frequente para interposição de Mandados de Segurança por Omissão. O ato legal ocorre contra o agente público que deixa de promover alguma ação que tem obrigação legal.

Também é possível verificar, em razão da mora administrativa, ações indenizatórias. A demora em concessão de direitos que ocasionam prejuízos de ordem financeira ou, até mesmo, danos morais são alguns exemplos. É possível encaixar situações em que há atraso na concessão da aposentadoria, no apostilamento do direito aos adicionais de tempo de serviço ou mesmo a negativa administrativa em conceder a Licença Premio não usufruída ao aposentado ou exonerado.

Justiça x Setor Público

Se de um lado há a discussão sobre o tempo que o setor público leva para resolução de problemas, seja para o cidadão comum ou para os trabalhadores, por outro a advocacia e o Poder Judiciário não pararam desde que o contágio do novo coronavírus iniciou no Brasil. Embora respeitem o distanciamento social e tenham aderido ao trabalho de forma remota, a justiça e seus componentes têm estado ativos ao balancear direitos e deveres.

Desde os primeiros efeitos da crise gerada pela COVID-19, a necessidade de promover demandas judiciais se tornou ainda mais frequente. Porém, é notável que algumas questões poderiam ser até mesmo evitadas se houvesse uma gestão administrativa pública que funcionasse, sem burocratizar cada vez mais o sistema.

O Direito Público é nossa ferramenta para que possamos argumentar e buscar soluções por medidas judiciais ou administrativas. Seja no período de pandemia ou fora dele, é por meio desse campo do direito em que se discute as relações jurídicas em que a Administração Pública venha causar prejuízos aos servidores e demais cidadãos.

Dra. Elisabete Oliveira Bottolo faz parte da equipe técnica do escritório Aparecido Inácio e Pereira Advogados Associados. A profissional é bacharela em Direito pela Universidade Cruzeiro do Sul, desde 2005, especialista em Direito do Constitucional e Administrativo pela Escola Paulista de Direito, desde 2009, e inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil sob o nº 249.895.

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