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A ansiedade baixa a imunidade

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Autora: Eluise Dorileo

Nesses tempos de Covid-19 muitas pessoas têm ficado isoladas e isso gera ansiedade. Com isso o cortisol que é o hormônio do estresse é liberado baixando a imunidade.⠀⠀⠀⠀⠀

Imunidade baixa é um campo fértil para várias doenças de ordem física, mental e emocional. E vem a pergunta: Como lidar com as emoções que o coronavírus pode trazer?

Esse momento que estamos passando é muito sério, onde cada um deve se perceber neste processo para poder mudar seu destino e ressignificá-lo.

A Lei da Atração é algo inevitável em nossas vidas, e que quanto mais focamos nosso pensamento em alguma coisa a possibilidade de materialização da mesma é enorme.

Devo acrescentar também que se o pensamento vier acompanhado de sentimento, aí a potência de concretização é ainda maior. Entenda que o que muda positivamente ou faz o milagre em nossa vida é você sentir que está completamente imunizado. Desta forma, acionamos a possibilidade de não adoecer.

A frase que deve vir com o sentimento de paz e confiança é: Dou graças por ter a saúde perfeita, total e definitiva“.

Eu sei que é difícil não pensarmos no perigo de se contaminar pelo coronavírus. Mas tente esquecer a ideia do perigo do vírus enquanto ora.

Olhando para essas informações, imagino que seja adequado acionar a autorresponsabilidade e apesar desta eminente situação, devemos reconhecer nossos medos para não agir e atrair a partir deles.

Se nossas emoções, ações e pensamentos se tornam o nosso campo vibracional, temos responsabilidade grande sobre o que vamos colher neste momento tão desafiador para a humanidade.

Busque pegar para você a sua força interior e o seu poder de cura e de se imunizar contra o coronavírus. Seu organismo pode focar em não adoecer ao simples comando do cérebro.

Diga não à ansiedade e ao medo de ser contaminado pelo coronavírus e bora para a vida.

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Eluise Dorileo é psicóloga, terapeuta familiar e maestria nas novas constelações quânticas.

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Cinco mil vidas

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Autor: Lúdio Cabral

Cinco mil vidas perdidas. Esse é o triste número que Mato Grosso alcança hoje, dia 26 de janeiro de 2021, em decorrência da pandemia da Covid-19.

Cada um de nós, mato-grossenses, convivemos com a dor pela perda de alguém para essa doença. Todos nós perdemos pessoas conhecidas, amigos ou alguém da nossa família.

A pandemia em Mato Grosso foi mais dolorosa que na maioria dos estados brasileiros e o fato de termos uma população pequena dificulta enxergarmos com clareza a gravidade do que enfrentamos até aqui.

A taxa de mortalidade por Covid-19 na população mato-grossense, de 141,6 mortes por 100 mil habitantes, é a maior entre os estados brasileiros, inferior apenas aos estados do Amazonas (171,9), Rio de Janeiro (166,2) e ao Distrito Federal (147,0). O número de mortes em Mato Grosso foi, proporcionalmente, quase 40% superior ao número de mortes em todo o Brasil. Significa dizer que se o Brasil apresentasse a taxa de mortalidade observada em Mato Grosso, alcançaríamos hoje a marca de 300.000 vidas perdidas para a Covid-19 no país.

Lembram do discurso que ouvimos muito no início da pandemia? De que Mato Grosso tinha uma população pequena, uma densidade populacional baixa, era abençoado pelo clima quente e que, por isso, teríamos poucos casos de Covid-19 entre nós?

Lembram do posicionamento oficial do governador de Mato Grosso no início da pandemia, de que o nosso estado não teria mais do que 4.000 pessoas infectadas pelo novo Coronavírus?

Infelizmente, a realidade desmentiu o negacionismo oficial e oficioso em nosso estado. Não sem muita dor. O sistema estadual de saúde não foi preparado de forma adequada. Os governos negligenciaram a necessidade de isolamento social rigoroso em momentos cruciais e acabaram transmitindo uma mensagem irresponsável à população. O resultado disso tudo foram vidas perdidas.

Ao mesmo tempo, o Mato Grosso do sistema de saúde mal preparado para enfrentar a pandemia foi o estado campeão nacional em crescimento econômico no ano de 2020. Isso às custas de um modelo de desenvolvimento que concentra renda e riqueza, de um sistema tributário injusto que contribui ainda mais com essa concentração, e de um formato de gestão que nega recursos às políticas públicas, em especial ao SUS estadual, já que estamos falando em pandemia.

Dolorosa ironia do destino, um dos municípios símbolo desse modelo de desenvolvimento, Sinop, experimentou mortalidade de até 100% entre os pacientes internados em leitos públicos de UTI para adultos em seu hospital regional.

Nada acontece por acaso. Os números da Covid-19 em Mato Grosso não são produto do acaso ou de mera fatalidade. Os números da Covid-19 em Mato Grosso são produto de decisões governamentais, de escolhas políticas determinadas por interesses econômicos, não apenas agora na pandemia, mas por anos antes dela. E devemos ter consciência disso, do contrário, a história pode se repetir novamente como tragédia.

Temos que ter consciência dessas injustiças estruturais para que possamos lutar e acabar com elas. A dor que sofremos pelas pessoas que perdemos para a pandemia tem que nos mobilizar para essa luta.

Lutar por um modelo de desenvolvimento econômico que produza e distribua riqueza e renda com justiça, que coloque pão na mesa de todo o nosso povo e que proteja a nossa biodiversidade. Lutar por um sistema tributário que não sacrifique os pequenos para manter os privilégios dos muito ricos. Lutar por políticas e serviços públicos de qualidade para todos os mato-grossenses. Lutar pelo SUS, por um sistema público de saúde fortalecido e capaz de cuidar bem de toda a nossa população.

São essas algumas das lições que precisamos aprender e apreender depois de tantos meses de sofrimento e dor, até porque a tempestade ainda vai levar tempo para passar.

Lúdio Cabral é médico sanitarista e deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores em Mato Grosso.

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